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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

COMEÇOU COM URUBU NAS COSTAS DOS OUTROS

Celebrada pelos "chapas brancas" dia 25 de agosto de 1991 a introdução (êpa!) de Michael Schumacher no mundão véio da F-1. 
Bertrand Gachot, belga bom de braço, envolveu-se numa briga na Inglaterra, jogou spray de pimenta (que viadice é essa?) num taxista foi processado, preso, esquartejado e acabou substituído pelo lemão justamente no GP da Bélgica.
Lembro, meninos. Para "ieu" mais um maluco a apertar o da direita. E, começou mal. Com o problema do Bertrand os urubus aproveitaram para "carniçar" sua vaga.
O cara (o lemão em questão) era o menino dos olhos de uma pá (expressão do meu tempo) de gente graúda, inclusive dona Mercedes (!) dos DTM da vida, uma vez que não estavam batendo ponto na F-1 naquela época.
A corrida do menino, já pedante, durou uma volta. Lembro dele em entrevista elogiando o carro tal e coisa. 
Depois, a grana falou alto e Britadore (ele!) demitiu Moreno (do brasil-sil-sil) e contratou o lemão cheio de grana e bossa para correr na Benetton.
O resto é história.....

o carro é bonito pá carai. A asa é assim mesmo. Não está "aberta"

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

URUBU NO OMBRO

A visualização não é muito boa, mas vejam que alegria chegar para mais um dia de trabalho e ser recebido por tão simpáticas figuras pousadas no alto do prédio.
O lugar já é lúgubre por natureza.
Palco de lides com as partes buscando o que julgam ser um direito que está sendo violado por outro. No fundo todos perdem.
Portanto, nada mais simbólico dessa situação que nossos amigos alados encarapitados no teto.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SOBRE MÚSICA E URUBU

Nestas férias assisti novamente ao filme Let it be dos Beatles.
Nós beatlemaníacos sempre vamos pensar que a separação dos meninos de Liverpool se deve à interferência de Yoko Ono na vida de John Lennon.
Interferência que se deu de várias maneiras.
Mas, não vamos nos aprofundar no tema.
Porém, assistindo ao filme notei algo que, em verdade sempre esteve presente naquelas sessões filmadas que deram origem ao filme, mas que agora me fizeram pensar.
Em várias sessões em que o grupo tocava as músicas novas ou faziam releituras de antigas canções havia uma presença quase sempre de negro no cangote de John Lennon.
Sim, a nossa Koko Koko.
Agora vamos imaginar que somos um dos Beatles (uáu!).
Toda vez que olhamos para nosso companheiro avistamos aquela figura urubuzenta grudada no pobrezinho como se estivesse sofrendo de cólica renal. Catso! Ela estava a bordo do estúdio e parece não entender o significado de presenciar a criação de mais um álbum histórico. Em algumas imagens ela aparece lendo algo que parece um roteiro qualquer. Nem aí para a música!
Não dá, né mano!
Nem com reza brava!
Certamente essa presença tão baixo astral ajudou a entornar o Yakisoba.