quarta-feira, 28 de agosto de 2019

LOTUS 98T

Por falar em Lotus preta. A famosa 98T nas mãos do famoso Ayrton Senna.






terça-feira, 27 de agosto de 2019

NINHO - O RETORNO

Lembram deste post?

Pois é. Deram um jeito de sumir com o ninho de mamãe pomba. Tá certo que ela exagerou e deixou marcas (e piolhos) na parede do banheiro. Parece que não soube usar o vaso e "cloacou" em qualquer lugar.

Mas, sobreviver é preciso. Ela fez o ninho, neste meio de ano, no parapeito da sala contígua ao banheiro. 

Toda vez que tentava tirar uma foto ela assustava e ameaçava voar. Então, melhor não espantar a futura mamãe.  Hoje ela resolveu dar uma volta. Espero que só um rolê na casa de alguma amiga para contar as novidades.  Aproveitei para tirar uma foto dos meninos.

ninho tipo COHAB

LOTUS 72D

Para muitos as Lotus pretas, em suas variadas versões, são os carros mais bonitos de todos os tempos de F-1.
Comungo dessa opinião

Aqui a Lotus 72D que Emerson Fittipaldi utilizou no GP da Grã Bretanha em 1972. O circuito, por sinal, foi o de Brands Hatch. Emersão venceu com o vesgo Jackie Stewart em segundo.





domingo, 25 de agosto de 2019

RÁ!


FINAL DE DOMINGO

TÔ DE BODE, TIO

PLASTICÃO

Vocês vão. Eu fico.

MEIO AMBIENTE? MEIO ECONÔMICO!








FOTOS JOGADAS AO VENTO

DAQUI PARA LÁ

DE LÁ PARA CÁ

ALTA TENSÃO


Domingão.


sexta-feira, 23 de agosto de 2019

LOUCURAS NA ROÇA - PARTE UM

Deixa lembrar uma fase meio "non sense" de minha vida.

Uma breve introdução: quando formado em Química entrei naquela de não querer seguir carreira acadêmica.  Portanto, fiquei desempregado.

Nos idos de 1980 consegui, com o famoso QI (quem indicou), emprego numa fábrica de ácido cítrico no meio do nada. Seria uma bela carreira na indústria se não fosse o tal do meio do nada. Mato puro.
Ribeirão Preto era o lugar mais próximo para crescer na carreira fazendo alguma especialização, por exemplo. Bom, essa dificuldade não vem ao caso.

O fato de estar mais longe da civilização (!) foi o que pegou. Hilário e dantesco ao mesmo tempo.
Vamos ao que interessa. 
Trabalhava, por turnos de oito horas, no laboratório da fábrica. Parece que não existe mais essa loucura. Trabalhei quatro meses somente. Nos últimos dias parecia um zumbi. A nossa folga não coincidia com o sábado e domingo de todo mundo, pelo tempo de turno. Então, o sábado caía, muitas vezes, numa segunda. E, no "domingo" à tarde já era tempo de voltar ao trabalho. Ou seja, a gente perdia meio dia da folga.
Meninos, é possível dormir e até sonhar em pé, mexendo com os vidrinhos coloridos. Horrível. Muitas vezes acordava caindo do banco com produtos químicos perigosos.

Bom, muita coisa hilária aconteceu para alegrar esse pesadelo.
Peguei ojeriza por lagartixas. Durante um período os manés da manutenção não conseguiam manter uma temperatura aceitável no laboratório. Mais de trinta graus era normal. Então, eu trabalhava só com o avental. Pera aí. Com calça e etc. Mas, sem a camisa. Uma bela noite entrei pelo corredor que dava acesso ao laboratório vestindo o avental. Repentinamente senti algo gelado "esperneando" no meu ombro enquanto abotoava o dito avental. Era uma lagartixa (diria eu um jacaré) que, assustada, se desprendeu do teto quando abri a porta.  Caiu no meu ombro. Lembram dos sapos gelados de Curitiba?
Pois é. Lagartixa/jacaré é parente. Tirei o avental e o jacaré caiu no chão fugindo enquanto eu "curtia" um ataque sei lá o quê. Fiquei em choque várias horas. Até hoje respeito mais lagartixa do que barata.

Uma bela e quente noite sai do labis para não dormir em pé e fui até uma área externa com vários zumbis, como a gente se referia. Então, avistei uma barata do tamanho de uma kombi. Puta que la merda. Ela estava na parede branca de uma das edificações, embaixo da lâmpada. Nem tentei chegar perto com medo de ser devorado. Mostrei a dita para um "nativo" (morador da cidade alguns km dali) e ele deu de ombros. Disse que era uma barata amazônica. Então tá. Legal.

Em outra oportunidade, juro para vocês, vi um sapo sair de perto da comida por estar de papo cheio. Embaixo do mesmo poste da barata, certa noite, avistei um sapo amazônico. Não preciso explicar que perto dos sapos de Curitiba ele era um Tiranosapux. Aquela cara de boi sonso.  A lâmpada atraindo insetos do tamanho de um fusca. Sim, eu estava assombrado com a "insetaiada".
O tiranosapux abria a boca, os insetos do tamanho de um fusca entravam lá dentro (para fazer sei lá o quê) e pumba. O bichão sem perder o ar de enfado engolia os pobres. 
A comida era tão oferecida que ele, o tiranosapux, achou melhor sair para o canto mais escuro. Ele ficou incomodado com o assédio dos insetos do tamanho de um fusca. Tipo "me come, me come".
Novamente o "nativo" explicou. "Aqui é assim".

Voltando ao problema do sono. O negócio era sério. Quem entrava ficava uma hora com o sujeito que iria substituir.  Para passar o serviço, xingar os chefes e etc. 
Certa vez cheguei e meu colega não estava no laboratório.  Entrando às seis horas. Então, o cara estava lá a noite toda. Cadê o sujeito? Fiquei preocupado porque ele era meio acima do peso. E, se tivesse tido um problema na sala da incubação? Já falo sobre ela.
Tive um estalo. Meu colega poderia estar no banheiro. 
Fui lá e "voilà". O cara estava dormindo no vaso. Calça arriada e tudo. O número dois difícil colocou nosso herói fora de combate. Até chorou de vergonha. Em verdade, um dos únicos caras de quem guardo boas recordações.

A tal sala de incubação era o Olimpo. Ali estavam as bombonas com o famoso "Aspegirus Niger" importados dos USA.
Sim, eles (esses esporos) ajudam a produzir a cerveja (essa deusa) e também o ácido cítrico. Ficam lá em berço esplêndido até serem inoculados em bombonas de vinte litros com comidinha que adoram. Então são sacudidas numa máquina doidona até a mistureba ficar pronta para ir aos famosos fermentadores. Monstros de vinte metros cheios de beberagem que os "aspes" comem transformando o açúcar em cerveja. Quero dizer, no caso, ácido cítrico.
 A fabricação de um e outro é muito parecida.
Então, a sala/Olimpo era especial. Temperatura próxima dos trinta graus, assepsia de centro cirúrgico, máscaras, luvas cirúrgicas, toalhinhas de cabeças, e orações aos deuses ao adentrá-la. Isso durante o dia. 
Como os fermentadores tinham vida própria a inoculação poderia ser, desgraçadamente, no turno da noite. Era, a inoculação, em verdade, um ciclo no o processo de fabricação. Caía nos mais diversos horários.  Mas, para a peãozada, a inoculação acontecia quando a vagina estivesse molhadinha.
Então, vamos ao exemplo da vagina molhada no turno da noite. No caso, não havia chefia. Tá certo, alguns eram chefes. Eu era chefe. De mim mesmo, porque no turno da noite só havia um químico no laboratório de anállises. Na área de fabricação alguns químicos industriais chefiavam um bando  de "inchefiáveis". Gente que, nas grandes navegações, iriam caminhar na prancha. 
Enfim, havia um livro com os horários em que a vagina, uma das várias da fábrica, estaria molhada. 
O livro era alimentado pelo biólogo mor da porra da bagaça. O mago/guru da pornografia dos aspes.

Quando caía no meu turno lá ia eu cumprir as regras. Ou não. Entrava de qualquer jeito, sem máscara, sem luvas, sem a "toalhinha na cabeça", catava as bombonas xingando tio Sam, abria as bombonas de vinte litros no "chute", tacava as "americanas" lá dentro sem passar o paninho com álcool  e foda-se o mundo.
Depois que as ditas estivessem devidamente chacoalhadas chamava o pessoal da fabricação para levar as bombonas para o alto dos fermentadores. Lá, sem cuidado nenhum, jogavam o precioso líquido para dentro e seja o que deus quiser.
Se quiserem saber nunca houve contaminação com o nosso método. 
Puta frescura do carai, a gente dizia dos livros de procedimento. 

Terminamos aqui a primeira parte. Imaginem o resto.....

MACLAREN M-23

Emerson Fittipaldi dispensa apresentações.
Diria que é meu  caloteiro favorito. Brincadeira.

Com essa McLaren "Fintipaldi" (ave, Mero) foi campeão em 1974.

Notem a pornográfica asa traseira.




quinta-feira, 22 de agosto de 2019

COOPER CLIMAX T51

Com este carro Jack Brabham sagrou-se campeão em 1959.
O primeiro F-1 com motor traseiro.
Foi campeão novamente em 1960.
Mais tarde tornou-se construtor com o sucesso já conhecido




quarta-feira, 21 de agosto de 2019

PACE

A Brabham nº 8 com a qual José Carlos Pace, o Moco, conquistou a vitória em Interlagos na corrida de 1975.

Foi o grande resultado deste piloto que dá nome ao circuito de Interlagos.

Emersão foi segundo com McLaren.

Pace faleceu em um acidente de avião em 1977 na serra da Cantareira.




terça-feira, 20 de agosto de 2019

ROBERTO PUPO MORENO

Miniatura da Jordan em que Roberto Pupo Moreno disputou duas corridas no campeonato de 1991.

Moreno é um daqueles pilotos "bão" que estavam na hora errada no lugar certo.

Chegou a andar de Lotus 91 "carro asa" no lugar de um machucado Nigel Mansell. Não conseguiu se classificar para o GP da Holanda em 1982. Dizem que por conta de condicionamento físico uma vez que eram carros "duros" em termos de pilotagem.

Enfim, sua carreira andou aos trancos e barranco por falta de din din. Acabou caindo nas mãos de gente como Flávio Briatore e Eddie Jordan, grandes mafiosos da F1.

Fez uma dobradinha com Nelson Piquet no Japão em 1990 chegando em segundo enquanto seu amigo cruzou em primeiro. Estava fazendo sua primeira corrida pela Benetton substituindo Alessandro Nannini que sofreu um acidente quando brincava com seu helicóptero.
Conseguiu uma vaga de titular para 1991. Mas, um ano complicado resultou numa sacanagem sem tamanho de Britadore que o trocou por (ele!!!) Michael Schumacher no final da temporada de 1991.  Havia, também uma montanha de dinheiro da Mercedes que patrocinava o jovem "lemão". Com o dinheiro da indenização pagou para correr com o carro de ....... Schumacher, pela Jordan.

Enfim, era um piloto de primeira. Pena que a F-1 é uma máquina de moer carreiras.






segunda-feira, 19 de agosto de 2019

RUBIM

Rubens Barrichello é um piloto diferenciado. Arrumei muita confusão com algumas pessoas ao dizer que ele é um grande piloto. Melhor que Schumacher. Aí mora a questão. Riam dizendo que os números não diziam isto. Mas, cansei de mostrar como mamã Ferrari favorecia o lemão Dick Vigarista.

O famoso caso do GP da Áustria em 2002, o carro deixado no cavalete na França também em 2002 e por aí vai.

Um dia para completar a esquisitice Rubim declarou que não havia diferença de tratamento entre ele e Michael. Lógico que não era ingenuidade. Ou era?
Sei que desisti de entender nosso melhor piloto pós Senna.

Por exemplo, com a Jordan, 

em 1993 Barrichello mostrou a que veio. Tem um post sobre sua incrível primeira volta em Donington Park saindo do décimo segundo para quarto. Má que Senna que nada.
Lógico que a Jordan miniatura é de 1994. Mas, é muito parecida com a do ano anterior.

A grande chance de Rubim levantar o caneco foi em 2009 quando surgiu a equipe Brawn com as sobras da Honda. Ross Brawn (ele mesmo. Um dos homens do "butão vremeio" da Ferrari) comandou a equipe com as melhores estatísticas da F1. Porque levantou o campeonato  com Jasão Butão (Jenson Button) e durou um ano.
Barrichello foi derrotado por ele mesmo, em verdade. Aquela história de ser obrigado a substituir Senna nos corações e mentes. 
Com um carro controverso mas, que dominava o pedaço, Rubim foi um piloto afobado o ano todo. Chegou ao ponto de insinuar que sua embreagem não era igual à de Butão. Pior. O vice campeão foi um moleque chamado Sebastian Vettel.

a Brawn dos pesadelos.

O tempo passou e Rubim veio para a Stock Car brasileira onde brilha sendo campeão em 2014.




domingo, 18 de agosto de 2019

FERRARI F246

Esta Ferrari, de 1958, ajudou Mike Hawthorn a ser o primeiro inglês campeão do mundo.

Lógico que com algumas maracutaias de mamã com a história de ordenar a troca de posições entre seus pilotos. Phil Hill, o segundo piloto, recebeu ordens de deixar Hawthorn ultrapassá-lo nas duas últimas corridas da temporada. Ganhou, como consolo, um contrato de três anos com a escuderia.
Mas, é outra história.
O que importa é a réplica.


 

sábado, 17 de agosto de 2019

FERRARI E LAUDA

Mais uma da coleção sob nossa guarda.
Ferrari 312T, de 1975.
"T" de transmissão transversal.

Primeiro título de Nikki Lauda, nosso Mickey Lauda e a quebra do jejum da fábrica italiana que amargava onze anos sem levantar o caneco de pilotos.


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

MINIATURAS

Desde menino sonhava em colecionar os famosos carrinhos em miniatura da Matchbox.
O problema é o preço.
Até nos dias de hoje não são baratos.

Alguns genéricos não guardam tanta semelhança quanto àqueles da famosa marca.
Quando jovenzinho em sampa fazia incursões no centro para apreciar as lojas especializadas em modelos diversos.
Todas no entorno da Major Sertório (sim, ela!!!). Babava durante horas nos diversos modelos em exibição e voltava para casa.
Meu poder aquisitivo melhorou mas, não comprava os modelos. Montei, sim, dezenas de aviões da Revell que estão destruídos em alguma caixa por aí. Mudanças e mais mudanças provocaram danos nos modelos. Uma dó.

Bom, dentre as "heranças" que trouxemos do chefe do blog um monte de modelos de carros de corrida.
Para suprir a vontade antiga. 
Já postei uma Brabham do Nersão.

Essa de hoje tem um significado interessante. Trouxemos dos lagos italianos para Renato.
Havia uma feirinha na cidade onde estávamos hospedados e acabei, sem querer, barganhando o preço.
Perguntei, em português mesmo, quanto valia. O italiano respondeu, em italiano (ah vá!). Entreguei os euros (confesso que não lembro quanto) e o cara ficou olhando para mim com cara de "cadê o resto"?
Não entendi e o vendedor deu de ombros como a dizer "vá bene!"
Economizei um euro.

Ferrari de um dos meus pilotos preferidos, apesar de nunca ser campeão. Mas, era fodão e enfrentava o mimadinho da época Jackie Stewart. Clay Regazzoni.




Mais tarde, outras postagens semelhantes.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

DISCOS VOADORES


Não é um post sobre os objetos voadores não identificados.
Mas, sobre discos de vinil, os bolachões.
Hoje em dia só os puristas ouvem/compram os discos de vinil. Aquele chiado característico de muitas e muitas audições não existem nos mp3 e quejandos da vida. Quanto mais chiados mais querido o disco.
Não existe mais lavar com detergente os discos numa tentativa de eliminar os riscos da idade. Ou a gordura dos dedos dos irmãos menores que não entendiam e pegavam o disco de qualquer jeito. Nunca mais abrir espaços nas estantes para guardar o novo orgulho da coleção. Para deixar as visitas mortas de inveja.

Não pensem que sou radical. Tenho dezenas de pen drives perdidos pela casa cheio das músicas preferidas.  E, neste momento ouço o tal do Spotify. Play list dos anos 80.
Neste ponto entra a beleza e o romantismo dos bolachões.

O chefe do blog tem dentro de si um espírito antigo. Gosta de história de maneira geral. Não é à toa que é especialista em história do direito. Sempre gostou de colocar os vinis para rodar no “som” de casa, quando mais jovem. O "som" era de 1979, comprado pela rainha da mansão, enquanto solteira..

Quando foi para sampa levou o “som” de casa e vários discos de vinil.
Discos que vinham desde a década de 70,

fiquei famoso nas paradas quando consegui comprar este disco
outros que emprestei e pensei nunca mais ver.

"quase perdi a amizade exigindo o disco de volta"
Outros que eram um sonho distante por serem caros 


um disco viajandão

Outros especiais.

prefiro a Rita mutante

well, well, well

Um deles, o álbum branco, foi presente inesperado de meu irmão no meu aniversário em 1980. Foi uma trégua nas complicadas relações familiares. 

o álbum branco aberto. Notem a heresia no  rodapé, "também em cassete"

E, por aí vai. Lógico que, quando falo que eram caros penso nos meus rendimentos na época. Nenhum. Então, reivindicar um disco era uma penosa tarefa. Ainda mais discos de rock. Véio Mero quase tinha um ataque do coração.

Bom, o tempo passou e o “som” (pick up, caixas enormes, amplificador), de 1979, morreu por falência múltipla dos órgãos.  Desde então o lado de cá do blog ensaiava comprar um “som” retrô de presente para rodar as relíquias.

Até que resolvemos presentear o chefe com um som desses no natal passado. Claro, é moderninho e só tem cara de anos setenta. Tem bluetooth e entradas USB. As caixas são menores. Mas, o som nos remete aos velhos tempos. De volta os chiados das minhas primeiras audições. Como minha irmã gosta de lembrar, em sampa, eu colocava as caixas de som no chão e a cabeça entre elas. Um fone de ouvido gigantesco. Lôcão.

Mas, de dezembro para cá muita coisa mudou. Renato, o chefe do blog, foi estudar/morar na Alemanha. Com isso, ele e Dani desmancharam o lar que abrigava o casal. Um episódio dolorido para todos. Quase nada foi levado. Algumas coisas foram em direção ao sul. A destinação dos pertences nos brindou com algumas relíquias.

Não sem um aperto no coração e nó na garganta trouxemos, entre outras coisas, o “som” moderno e os discos que um dia estiveram na casa paterna, foram para sampa e retornaram. E, outros que Renato adquiriu ao longo dos anos.

Os discos voadores.

Confesso que ainda não tive coragem de (ainda) rever todos porque trazem lembranças marcantes. O menino/adolescente/homem buscava refúgio nos sulcos da estrada de vinil sempre que o mundo se tornava hostil. Quando nuvens negras apontavam no horizonte o guarda chuva do rock servia de abrigo. Como diz o poeta “metal contra as nuvens”.




segunda-feira, 12 de agosto de 2019

GALINHA EM NOVO POLEIRO

O título poderia ser "eita boca" mas, o episódio era por demais evidente. 
Pedrinho Galinha não se adaptou ao novo e tóxico ambiente.
Os Toro Seniores adoram Mad Max, o bão do momento, e fritam quem não mostra serviço de imediato.

Lembrando que tiveram a maior paciência quando o belga/holandês/marciano andou aprontando todas tempos atrás.

Na verdade a equipe se esmera em destruir pilotos que poderiam ter sucesso se fossem tratados com mais decência. Os capos, principalmente, "hammer" Marko tem algum problema mal resolvido pelas teorias de Freud e, descontam defenestrando jovens talentos.

Vejam os casos de Tião Boêmio e João Eric Verme. Dispensados pelos Toro Mirins foram ser campeões na Fórmula chocante.

O próximo da lista a ser jogado no liquidificador é Alexander Albon, nosso querido Alex Álbum.
Ele assume no lugar de Galinha que, por seu turno, vai para os Mirins.
Se não entrar e arrebentar vai ser arrebentado.
Quem viver verá o resultado dessa lambança.

"ganhei um brinquedo novo!"
"vou ficar com o velho..."



sexta-feira, 9 de agosto de 2019

GALINHA NO TELHADO - PARTE II

Já discorremos sobre o fenômeno galináceo no telhado. Foi no começo do ano quando Pedrinho Galinha bateu o único carro da equipe dos Seniores nos treinos em Barcelona, atrapalhando a prima dona Mad Max.

Agora, no entanto, o telhado é escorregadio e o penoso pode escorregar a qualquer momento.
Depois das sofríveis atuações, principalmente se compararmos com o gostosão Mad, a situação de Pedrinho se complicou.

Até Cristiano Horny, normalmente discreto, desandou a cobrar melhoras imediatas.
Disse que não há pressão mas, se o gajo não sair do atoleiro vai perder o lugar.
E, dando uma martelada no dedão, não pensam em substituir Galinha neste ano.

Enfim, Pedrinho é aquele cara que deu piti um tempo atrás porque se dizia merecedor de um lugar nos Toro Mirins. Levou uma cacetada de Helmut "hammer" Marko. Mas, está onde está.
Ou estava.

As férias do penoso vão ser daquelas em se procura emprego.....

"cara...!"

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

SAPOS

Sim, engolimos muitos sapos pelo caminho astral/filosofal/concretal da vida.
Sapos.
Tadinhos. São feios. São perigosos porque (alguns) venenosos. Falei que são feios?

Pois bem. Falei de Curitiba. Morei num bairro que hoje é chique. Bom Retiro. Na minha época um fim de mundo com esgoto a céu aberto.

E, sapos. Muitos.

Tem um episódio (que penso, já contei) que marcou minha existência com os batráquios.
Havia, ou melhor, há um rio chamado Ivo em Curitiba. Este esgoto desembocava no rio Ivo, que passava perto de minha casa, na rua Emílio de Menezes.
O  rio em questão era alvo das incursões científicas da molecada em busca de peixes para ornamentação.
E, só havia lambari no rio nesta parte da cidade.

Bom, já contei que pegávamos os peixinhos com destinação aos aquários domésticos da época. Significava que os escamosos iriam morrer por ingerir comidas que, normalmente, seriam destinadas aos cachorros. 
Bom, um certo dia, descobri que meus peixinhos estavam sofrendo mutação adquirindo pernas. Meu pai o famoso Véio Mero disse , aos risos, que meus amados peixinhos eram sapos. Sim, capturei peixinhos que, em verdade, eram girinos. Com o tempo os pretinhos lindos iriam se transformar em feiosos sapos. Preconceitos à parte, joguei os ditos no esgoto a céu aberto, que, de seu lado vivia habitado por zilhares de sapos.

Tudo terminaria neste traumatizante episódio se não fosse o fato de pisar em sapos quando saía à noite para o quintal. Sapo é um bicho frio e escorregadio. E, feio, como já disse.

Bom, duzentos anos depois estamos, parte do clã Onofri, num casamento aqui em Rib's num lugar improvável para sapos. Centro da cidade, sem rios por perto e etc.
Num dado momento da festa o avô babão pergunta "cadê zizi"?
Ninguém sabe, ninguém viu.
Lá fui eu em busca da criança perdida. Encontrei o menino extasiado com outras crianças em volta de um professor de biologia a discorrer sobre os batráquios. E, meu neto com um sapo na mão!
Todo feliz e interessadíssimo nas explicações do professor. Meu primeiro pensamento foi "quem convidou este sujeito?"
Mas, engoli em seco e tentei demover o guri a soltar o bichinho que deveria estar incomodado, isso e aquilo. O professor disse que estava tudo bem. Iriam soltar o batráquio logo mais.

Mas, a coisa ficou feia quando Henrique ofereceu o sapo ao apavorado avô. 
Dei uma desculpa qualquer e saí em disparada para um lugar mais seguro.

MINIATURAS

Nelsão e o canhão Brabham impulsionado pelo motor (de verdade) BMW.

Essa miniatura (e outras) tem história que será contada em posts adiante.






segunda-feira, 5 de agosto de 2019

LAMBÃO NA HUNGRIA 2019

Pois é.
Não tivemos nenhuma maldonadice raiz.
Apesar de não ter sido uma corrida entediante o GP da Hungria não nos agraciou com  uma panca digna do leitão porcamente assado de dona Gertrudes.

Mas, o conjunto da (não) obra nos força a conceder a iguaria ao, até então, único piloto a fazer frente ao piloto inglês Hamiltão.
Sim, o rebaixado Sandálias despenca ladeira abaixo a cada etapa do Mundial.

Largou em segundo, levou uma passada de mão de Luís, ficou capenga e Lacraia veio que veio. Ultrapassou e lascou um encontrão que afetou a asa dianteira do finlandês (do carro, evidentemente).

Para completar a letargia ficou na pista com a asa avariada sem entrar para a troca deixando a equipe a ver navios com a asa substituta nas mãos. Disse que não sabia a extensão dos danos. Pombas. Estava andando mais lento que a galera da frente......
Quando trocou ficou no meio daqueles sujeitos que gostam de um mata-mata. Deveria deixar todo mundo com as cuecas na mão. Correr com a faca nos dentes (como dizem os filósofos). Mas, faltou gana. Chegou em oitavo atrás de Vodkanem.

Enfim, estamos vendo Mad Max no modo pimpão fazendo e acontecendo. Esta a somente sete pontos atrás. Não temos dúvidas que vai superar Sandálias.

Infelizmente Sandálias subiu no telhado. Desta vez Escovão Cocô vai ter chances de pegar uma Mercedes no próximo ano.

Dona Gertrudes vai enviar, via Tartarudex, um leitão dos mais parrudos. 
"Para degustar durante as férias." 
Com molho de vodka que o menino está precisando.

domingo, 4 de agosto de 2019

OUSAR PARA VENCER

Antes de tudo comentário sobre a estratégia vencedora da Mercedes de hoje.
A gente se acostumou a ouvir o rádio nas transmissões e os pilotos reclamando da estratégia de corrida como a jogar a culpa do fracasso na equipe.
E, muitas vezes, seus pedidos serem ignorados. Quando dizem que os pneus acabaram muitas vezes a resposta é um "entendemos. É o que temos".

Hoje, não foi muito diferente. 
Quando Hamilton surpreendeu ao trocar pneus na volta 49 a primeira impressão era de garantir o segundo lugar tamanha a vantagem sobre a Ferrari de Lacraia. Mas, pensando melhor foi uma jogada de gênio. Ouvi o nome do estrategista na transmissão mas, não consegui encontrar em tempo para o post. Sim, não acompanho a globo. Meu fígado não aguenta. O único que escapa da babaquice geral é o Burp. Enfim, o blog concordou, via zap-zap, que foi uma jogada de gênio.
Até dona Gertrudes mandou um torpedo (ela é das antigas) dizendo que estava com dó da zebra Mad Max porque iria ser comido pelo leão Hamiltão.

Bom, o que vimos foi digno de um capítulo extra no já famoso "drivers for survivors". Será que Hamiltão chega em tempo de ultrapassar? Vai conseguir ultrapassar?  Mad Max vai jogar para cima, tipo ou vitória ou muro? E, segundão para Hamiltão tá ótimo porque Sandálias tá lá atrá?. E, assim por diante.

Mas, temos outro fator. Andam dizendo, tem post aí atrás, que o belga/holandês/marciano é melhor que o inglês nas paradas. Portanto, Hamiltão queria mostrar e chacoalhar. Melhor argumento que tirar os vinte e tantos segundos, ultrapassar Mad Max e vencer espetacularmente não existiria. 

E, como num filme de Holywood (exageros à parte), aconteceu o que aconteceu.
Hamiltão chegou com sobras, passou com sobras, venceu com sobras.
E, por incrível que pareça, creditou a vitória à estratégia da equipe. Mesmo porque, no rádio, durante a prova, duvidou da porra da bagaça.

E, o blog tem que se render ao amadurecimento de Mad Max. O normal seria agir como agiu Magunificúzem aos ataques de Ricardão: fechando a porta de maneira perigosa indo para o lado de dentro da tomada da curva no momento em que os freios são acionados. 
Mas, o pimpolho dos Toro Seniores reconheceu que estava muito mais lento e aceitou o segundo lugar. Braços a torcer do lado de cá do blog.

Finalmente. Seria melhor e conservador dona Mercedes garantir o segundo lugar de Hamiltão, sem a ousada troca, ao invés de arriscar. Em verdade o inglês é o campeão deste ano. Sandálias, seu principal oponente,  quando não se auto fode é fodido por alguém. Mas, bateu aquela luz tipo "estamos aqui para beber ou para conversar?"
Para entornar todas, vencer e ir para as férias com aquela sensação de "somos os fodões".

É isso.

Atualizando: O nome do "home" da corrida é James Vowles. O estrategista da parada da vitória. Uma rodada de chopp para ele.

sábado, 3 de agosto de 2019

SERÁ O AÉCIO?

ENTENDEDORES ENTENDERÃO

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

TESTEMUNHA

"Testemunha ocular da história".
Um dos bordões do "Repórter Esso".
Quando o clã Onofri morava em Curitiba (ah, Curitiba!) véio Mero ouvia o "Repórter Esso". Voz inesquecível de Heron Domingues. Ondas curtas. Aquele chiado característico. Eu acompanhava as notícias com interesse e um misto de "puta quo pariu" e "carai" e "merdou", antes mesmo de aprender esse vocabulário tão explícito. E, criança que era, assombrado com o fim do mundo que se avizinhava. Guerra fria e golpe militar batendo nas portas. Lembrando que véio Mero era basicamente contra tudo aquilo que ali estava. Tem um posts aí atrás exemplificando.

O bom de ser véio é falar essa coisas (ondas curtas) e a rapaize não saber do que se trata. Somos (os véios) depositários de um mundo incipiente das coisas cósmicas que vieram aplainar o conhecimento humano e foder com tudo. Basta ver no que esta bosta de brasilis se tornou.

Onde eu estava?

Lembrei. Nesta terra abrasiva de Rib's os motoristas (se é que podemos chamá-los assim) são insanos.
As maiores barbaridades em um quarteirão.

Por conta disso lembrei de um episódio que envolveu meu pai e que serviu de exemplo para que seu filho (eu) escorregasse de ser testemunha ocular da história.
Para isso temos que voltar seiscentos e três anos..
Um belo e ensolarado dia meu pai dirigia em sampa quando um sujeito avança o "semarfe" vremeio e pimba, bate em alguém.
Véio Mero poderia seguir seu caminho. Mas, era um sujeito tremendamente honesto e consciente da tal da cidadania. Parou, forneceu seu telefone para a "vítima" dizendo que viu tudo e que testemunharia num provável processo.

Resumindo: teve um processo. Meu pai era chamado como testemunha e nada se resolvia. Ora o devogado do "culpado" ficava doente, não comparecendo, ora o "culpado" ficava doente.
Um belo dia, véio Mero (de terno!) perdeu a paciência e dirigiu-se ao magistrado dizendo que aquilo era uma palhaçada e que não iria mais perder um dia de trabalho nesta palhaçada porque palhaço ele não era. Conhecendo o dito cujo eu diria que ele causou. O juiz ameaçou prender o xiliquento por desacato. Ora, onde já se viu. Assim funciona o judiciário. Quanto mais pedras no caminho mais pavimentada a prestação jurisdicional. Ah ah.
Bom, sei que depois dessa nunca mais Véio Mero foi chamado. E, lembro que ele sempre se dizia preocupado com o resultado do imbróglio. 

Séculos depois aconteceu um episódio semelhante com este que vos tecla. E, o ocorrido com Véio Mero serviu de exemplo.
Cursava Química em Rib's. De manhã, no busão indo para a USP. Estava em pé no coletivo olhando para a frente quando um carro simplesmente atravessa a preferencial (do ônibus) e leva uma castanhada. O carro, um chevette, rodou e parou encarando o busão. Susto, gritos e alívio. Ninguém se machucou. Eu, o babaca de plantão, desandei a falar que vi que a motorista do chevetão passou direto tal e coisa, e coisa e tal. 
Bom, o motorista do ônibus pediu que o cobrador colhesse os nomes de quem viu o acidente para fins de B.O.. O cobrador veio direto para cima do falador porque ouviu o relato.
Quando pediu meu nome veio, num raio, a lembrança do acontecido com Véio Mero. E, bateu uma amnésia do carai no falador.
Disse que não vi, que ouvi dizer, que só vi o carro virado, que a motorista imprudente era bonita e etc.
Quase apanhei dos carinhas. Mas, imaginando o que viria pela frente valia a pena. 
Mesmo porque não tinha terno para a audiência.


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

PITACOS

A FIA (da puta) anda mais perdida que cego em tiroteio com as punições (ou não) diante de circunstâncias que a obrigam usar seu poder de punição.

Na Alemanha mamã Ferrari soltou Lacraia de maneira perigosa no primeiro pit stop e o monogabaresco quase acerta Romã da Granja (o cara é imã em termos de problemas).

Punição inevitável. Certo que o piloto não tem culpa. Mas, coisas do futebol.
Apesar de tudo resolveram multar a equipe em algumas alfacinhas.
Precedente aberto. Mad Max levou cinco segundos pela topada que deu em Sandálias no GP de Mônaco. Ora, ora, ora.
Outras escuderias chiaram e a FIA resolveu que as punições vão ser em tempo e não em alfaces.

Decisão acertada porque, caso contrário, ninguém mais se preocuparia em liberar os pilotos de maneira limpa.
Seria mais divertido. Mas, diversão é o que os home não querem.

E, a piada da semana foi a declaração de Hamiltão dizendo que gostaria de ter Mad Max como companheiro de equipe. Aquele papo furado de que poderia mostrar que é mais melhor de bão que o belga/holandês/marciano em carros iguais.
Isso porque andam dizendo que Mad é o melhor piloto do grid.

Cá entre nós. Quem iria desejar uma encrenca no boxe ao lado?
O inglês tem mó vida mansa. Não vai querer um pimpolho metido à besta atazanando geral.

"será que colou?