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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

PARA CONSTAR

Voltando aos setenta. Participei de muitas atividades "contra o que aí está" nos meus tempos da Química. Já escrevi algo por aí.
Uma das coisas que me irritavam nas assembleias estudantis era a enrolação dos oradores pelos mais variados motivos. Normalmente, quando estávamos em greve, a falação sem fim tinha a função de cansar quem queria terminar o movimento. A maioria ficava de saco cheio das ladainhas e saía. O pessoal que ficava era a favor da continuidade. Havia toda a combinação. Política é política.
Acontecia assim: quando a mesa se preparava para iniciar a votação alguém erguia a mão e falava "por uma questão de ordem". Ou seja, pedi a palavra e não me foi dada. Isso depois de  'centos discursos parecidos.
Quando não dava mais (apupos gerais) o sujeito ainda vinha com o famoso "só para constar".
Que era a senha para constar na ata da assembléia que não foi dada a palavra ao chato.
Sim, meninos. Havia uma ata. Em plena ditadura militar elaborava-se uma ata da assembléia.
Lógico. Ninguém era maluco em declinar nomes e os palavrões dirigidos ao "que aí está". Mas, registrava-se o início, o número aproximado de participantes e o resultado. Maluco mesmo.

Então, em verdade o post é para constar que o piloto (um deles) que adoramos detestar Fernando "Mimadon" Alonso está pagando pela besteira em dizer, quando na F-1 que o pum Honda era de GP-2.
Tais motores (esses de verdade) dominam a Indy. Ele vai correr as 500 milhas. A fábrica japonesa vetou seu nominho. 
Daí, vai de Arrow McLaren e motor Chevrolet. Larga em 26º e admite que vai ser difícil vencer.
Nós torcemos para que não vença. "Não desejamos mal a quase ninguém..."


domingo, 19 de maio de 2019

ADIADO

Mimadon, para nossa alegria, não se classificou para as 500 milhas de Indianópolis.
O espanhol, autoproclamado o fodão dos fodões, acabou por ficar atrás de um carro sem patrocínio.
Assisto, de vez em quando, o último dia em que os pilotos tentam classificação para a mais famosa (sim, meninos) corrida do universo conhecido. Os pilotos entram na pista, fazem uma volta de aquecimento, uma volta de pé embaixo e nada mais.

Pois o espanhol ficou na saudade. Um tal de Kyle Kayser (deve ser herdeiro cerverjístico) com um carro batidão acabou por levar o lugar reservado ao deus da velocidade. Nem patrocínio o carro de Kyle tem.
Lembrando que os pilotos tem várias chances de classificação ao longo do mês de maio. Mimadon falhou em todas e, para manchar seu currículo, Kayser o superou com um carro todo remendado. Uma façanha que rende filme lacrimoso lá em Holiúdi.

Enfim, a tal tríplice coroa, dado de barato por Mimadon e seu puxas, vai ser adiada.


terça-feira, 29 de maio de 2018

DANICA PANCA

Por falar em corrida chata ainda bem que gravei e assisti "correndo a fita" as 500 milhas de Indianápolis. Acabou passando meio que despercebida a chegada. Foi chata. Só parava a fita na hora das pancas.

Admirável também as explicações de Felipe Giaffone, que já correu as 500. Precisas e didáticas. Sem as intervenções escabrosas dos buenos da vida. Burp sofre na F-1 com as babaquices de buenos e leme. 

Vários pilotos bateram nas saídas de curva mas, já perdendo o carro no meio. Por força do novo pacote aerodinâmico que todos os carros da categoria usam. Apenas cores e acertos diferentes. E, motores a gosto, claro. 
Felipe explanou que, neste ano, os carros estão mais soltos e difíceis de "domar". Em compensação quando acertavam o muro não decolavam como antigamente.

Ao mostrarem "ibagens" de dentro do carro de Danica Patrick mostrou que ela tinha dificuldades na condução, principalmente nas entradas das curvas. Tirava o pé mais que outros pilotos.

Danica está se despedindo, ou não, das pistas e entregaram a ela um carro da Indycar. Nos últimos tempos ela participava da NASCAR

Na volta 68 o resultado das dificuldades. Uma despedida melancólica. Anotando mamã correndo para lá e para cá feito barata tonta. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

EX-GORDITO!

O blog está feliz porque um dos pilotos mais injustiçados em passagem pela F - 1 mostrou do que é capaz neste fim de semana nas 500 milhas de Indianápolis.
Juan Pablo Montoya (ex-gordito porque perdeu 11 kg) ganhou depois de levar uma bundada nas primeiras voltas de Simona de Silvestro. Na verdade foi em bandeira amarela devido ao acidente provocado pelo joãoponeis Sato na primeira curva, vamos assim dizer da corrida. Tenha dó.
Montoya caiu para as últimas posições e mesmo assim venceu. Notem que ele vem ziguezagueando pela pista para evitar que os de trás peguem o vácuo. 
No final do vídeo safado de sua entrada para trocar a asa traseira o tombo do mecânico da Simona. 


Aqui o final da prova.
Quinze anos depois de sua vitória nas 500 o colombiano bebe o leite da vitória. Estranho castigo. Lembro que Emersão, em uma de suas conquistas, não queria beber o líquido vacal. Dizem que é tradição ou algo assim.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O BAIANO!

Eddie Russo.
Mais um desses casos em que o sujeito muda alguma coisa em sua vida com o propósito de esconder sua atividade da família.
Eddie Russo baiano de nascimento. Filho de um grande pecuarista do sertão baiano especialista em vacas magras.
Seu pai vivia dizendo que os bons negócios exigiam tempos de vacas magras.
Quando foi estudar no Rio de Janeiro, Russo descobriu uma nova vida com novas oportunidades entre as quais o automobilismo. A primeira vez que entrou num fusca envenenado sentiu um baque no estômago. Na verdade era o jantar recheado com uísque barato exigindo a saída de emergência.
Após, regurgitar o conteúdo estomacal saiu em disparada pela orla do Botafogo dirigindo o fusca e perdendo a namorada em uma curva.
Resolveu então partir para os Estados Unidos e participar da gloriosa corrida das 500 milhas de Indianápolis.
Enganou seu pai que financiou indiretamente seu início de carreira pensado que o filho iria para o grande e bobo país do norte comprar bois gordos.
Na verdade nosso Eddie Russo nasceu em 1925 e correu de 1955 até 1960 sempre nas 500 milhas e sempre sem brilho.
Nas quatro edições que participou não se classificou em nenhuma.
Ah! Em tempo. Eddie Russo nasceu nos Estados Unidos!



                                   O simpático Russo!

sábado, 2 de junho de 2012

COMO PODE?

As intermináveis 500 milhas lá nas Índia Nápolis foram vencidas por um cara que levou o famoso totó por detrás.
Dario Franchitti iria fazer um pit stop junto com toda a torcida corintiana por conta da rodada do querido inspetor Clauson quando um sujeito de nome Viso(n?) não prestou atenção e pimba deu-lhe uma bifa na buzanfa.
Apesar da rodada o Dario foi lá e venceu a corrida.
Não sem antes provocar o acidente do João Poneis Sato.
Falaremos disso depois.
O vídeo é engraçado e tem uma visão diferente por conta de ter sido filmado da arquibancada em frente aos boxes.
Ouçam que tem um cara que fica perguntando "o que aconteceu?".
Já vi este filme em Interlagos. Muitos não se preocupam com a corrida e sim com louras quentes ou geladas.
Daí, ficam perguntando coisas tipo "quem está em primeiro?"
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

VÁ ENTENDER!


Notem o aplauso da torcida com a primeira rodada nas intermináveis 500 milhas de Indianápolis acontecidas no domingo.
O estreante Bryan Clauson mostrou o que acontece quando o piloto vem muito rápido e sai da tangência ideal.
A locução explicou que "eles adoram uma bandeira amarela", referindo-se à torcida.
Catso!
Fico pensando que o pessoal aproveita para correr ao banheiro e coisas do gênero. Só assim para explicar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

CONFIRMANDO A REGRA

Will Power confirma regra estando no lugar errado na hora errada.
Provavelmente Mike Conway bateria no muro sozinho. Mas, por alguma força estranha Power acompanhou Mike sobrando para ele também.
Tudo isso lá nas intermináveis 500 milhas de Indianápolis.
Agora, notem que mais ou menos em 3 minutos Hunter-Ray, presumo, vem todo faceiro quando algo passa por ele.
Será um pássaro?
Será um avião?
O Superhomem?
Uma panela arremessada por alguma mulher traída? 
Um urubú?
Nada disso.
Apenas uma roda em busca de seu lugar no mundo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

SHOW

Vimos o ocorrido na curva final das famosas 500 milhas em Indianápolis.
Cá entre nós a corrida é um porre.
Voltas e mais voltas em um circuito oval onde, hoje em dia, a ordem é não deixar ninguém se destacar.
Então, o que interessa é a largada e a chegada. O meio é pontuado pelas bandeiras amarelas. Algumas são provocadas por estampadas legais no muro. Outras, como dizia o Piquet pai ocasionadas pelas cagadas de pombo.
Mas, as câmeras instaladas nos carros são uma atração a mais, como diria o poeta.
Elas são móveis e mostram as ultrapassagens como a gente não está acostumado a ver na F1.
Por sinal, a transmissão da F1 anda mais porca que o habitual.
É comum os caras cortarem a imagem na hora de uma ultrapassagem para mostrar o bar de alguma equipe e os caras fingindo que não estão vendo a câmera fazendo pose de compenetrados.
Até os Buenos da vida acabam por falar que a emissora não tem nada com a transmissão que é gerada pela fon-fon, que precisa contratar com urgência alguém que entenda e goste de F1.
Vejam o filminho mal feito da batida de alguém com alguém. Pena que na hora em que um dos pilotos é prensado a imagem é cortada.
Sei que é feio querer ver a desgraça alheia, mas, como eu sempre falo aqui em casa “ninguém morreu”.
Uma observação: a gente vê a pancada, os carros se arrastando e vem a pergunta "pô! Quando é que eles vão parar?" Eles se arrastam uma eternidade pela pista até a parada total.