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terça-feira, 16 de junho de 2020

NUM TÁ FÁCIL

O lado de cá do blog (o único em funcionamento) está curtindo férias de 3 dias. Sim, loucura. A gente começa, cancela e joga para a frente (se houver) o restante.
Trabalhando em casa é o que nos resta.

Sim, num tá fácil a vida neste país (?).
Não bastasse a pademônia (de demônio) temos um (des) governo que sonha em tornar-se ditadura.
Procuro fugir das notícias, cansado que estou, mas algumas coisas "passam".
O discurso fascista atual é que as fake news, responsáveis pela eleição "dele" são legais. E, combatê-las, isto sim, é um crime contra a livre manifestação garantida pela constituição.

Enfim, o que "pega" neste espaço é um certo escapismo com pitadas de F-1.
Ou, no caso, a vitória de Emersão em Indianápolis/1989.
Olhando esta foto fico imaginando se as notas são verdadeiras.
E, se no final do evento ele contou a dinheirama para conferir se ninguém levou algum maço sem querer querendo.

lá o gesto é "tudo ok". Aqui é VTC mesmo

domingo, 19 de maio de 2019

ADIADO

Mimadon, para nossa alegria, não se classificou para as 500 milhas de Indianópolis.
O espanhol, autoproclamado o fodão dos fodões, acabou por ficar atrás de um carro sem patrocínio.
Assisto, de vez em quando, o último dia em que os pilotos tentam classificação para a mais famosa (sim, meninos) corrida do universo conhecido. Os pilotos entram na pista, fazem uma volta de aquecimento, uma volta de pé embaixo e nada mais.

Pois o espanhol ficou na saudade. Um tal de Kyle Kayser (deve ser herdeiro cerverjístico) com um carro batidão acabou por levar o lugar reservado ao deus da velocidade. Nem patrocínio o carro de Kyle tem.
Lembrando que os pilotos tem várias chances de classificação ao longo do mês de maio. Mimadon falhou em todas e, para manchar seu currículo, Kayser o superou com um carro todo remendado. Uma façanha que rende filme lacrimoso lá em Holiúdi.

Enfim, a tal tríplice coroa, dado de barato por Mimadon e seu puxas, vai ser adiada.


terça-feira, 23 de maio de 2017

POR QUEM OS SINOS TORCEM

Não gostamos do jeito de ser de Mimadon (vulgo Fernando Alonso).
Mas, claro que reconhecemos nele um piloto fora de série.
No último domingo não conseguimos assistir à classificação para as 500 milhas de Indianápolis arrastados que fomos para um cinema.
No entanto, algo dizia que o espanhol iria largar em uma boa posição pelos treinos anteriores e pelo fato de ter passado em quarto no dia anterior dando a chance de disputar a pole no domingo.
No domingo surpreendeu conseguindo um quinto lugar com um carro Andretti e motor Honda. É certo que dois de seus colegas de equipe vão largar à sua frente. Alexander Rossi e (vejam só!) Takuma Sato.
Lembrando que seu carro não tem nada de McLaren. 
E, no próximo domingo vamos esperar com ansiedade a corrida e, sim, este lado do blog vai torcer para Mimadon.
Ah. No mesmo domingo vamos ter o GP de Mônaco de F1. Hamitão vai levar o caneco. Anotem aí.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

500 VEZES ALONSO

Amanhecemos com várias bombas. Aquelas de Brasília sabemos como termina. Pizza e caroços de azeitonas jogados para debaixo do tapete.
A noticia que envolve o automobilismo e Fernando Alonso é uma jogada espetacular em termos de marketing.
Senão vejamos.
O espanhol vai disputar as 500 milhas de Indianápolis e não o GP de Mônaco de F-1 disputado ridiculamente no mesmo fim de semana. 
O que parece ser uma atitude desrespeitosa do piloto em relação à sua equipe é, em verdade, uma jogada sensacional da McLaren-Honda em termos de publicidade. Sim, publicidade. Já explico.
Mimadon vai correr pela equipe Andretti que utiliza motor Honda. E, vai ser pintado (o carro) de laranja. A equipe, pelo que li, vai ser McLaren-Honda-Andretti.
Com isso, o foco das atenções desvia do fracasso da equipe neste ano na F-1 . Como temos visto não é só o motor que anda falhando. O carro, segundo engenheiros da Honda, tem vibrações que ocasionam quebras e rupturas de circuitos elétricos. Mimadon abandonou na Austrália, como ex., por quebra de suspensão.
Já na Indycar os motores Honda vão bem, obrigado. São motores V-6 bi-turbo, diferentes das bombas usadas na F-1.
E, a equipe Andretti, comandada pelo ex-piloto braço duro, Michael não é uma Sauber qualquer.
Mesmo assim e considerando que o piloto espanhol não é nenhum iniciante temos que considerar que trata-se de circuito oval e carros andando colados com aquela situação de "ar sujo" para quem vem atrás. Mimadon vai ter aquele tratamento que a categoria norte-americana dispensa aos rookies (calouros). Começando com patinetes até chegar ao pé embaixo. Não sabemos até onde pode chegar Fernandito. Numa dessas andará bem. Acredito que dará uma bela panca. Sei lá. Mas, em termos de publicidade já levou o Oscar.
De qualquer maneira vai ser divertido. E, aqui no Brasil, vamos poder assistir as duas corridas por causa do fuso horário.


Como vemos acima a McLaren já correu em Indianápolis. No caso Johnny Rutherford em 1976.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

LAMBANÇA GERAL

A equipe Dale Coyne conseguiu uma bela proeza nas 500 milhas de Indianápolis. Os três carros acabaram envolvidos num acidente que vitimou mais seriamente um dos mecânicos ocasionando fraturas nas pernas.
Liberaram um dos carros de maneira perigosa.
Muitas vezes temos a impressão que algumas equipes são, digamos, amadoras nesta categoria.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Vai dar merda

Como bem colocou o pai do blog, as coisas estão muito estranhas com estes kits aerodinâmicos da Indy. Na primeira corrida, chegaram a colocar na transmissão para a TV um gráfico contabilizando peças perdidas ao longo da competição, como aqueles no futebol que contam quantas faltas, cartões, escanteios impedimentos, etc. Agora, descobriram que o tal kit serve não para prender o carro no chão, mas para fazê-lo decolar. 
Segundo o site oficial do blogueiro, baixinho e mala oficial Flávio Gomes, parece que o Hinchcliffe teve a perna direita atravessada pela barra de suspensão que se soltou de seu carro antes do impacto com o muro e chegou à região pélvica do corpo do piloto. Será que volta a correr? Ninguém havia se machucado até aqui, mas, dada a gravidade dos quatro acidentes, isso é muita sorte, mesmo no caso de Hinchcliffe. 
Esta pancadaria toda está acontecendo durante os treinos, com os carros girando quase isolados pelo monstruoso oval. Imagine na corrida, com 33 bólidos dividindo o traçado, se algum deles decola. Quero nem ver. 

DINÂMICA AÉREA

Chegando as 500 milhas de Indianópolis. Todos comentam os carros voadores. Mudaram a tal da aerodinâmica dos bólidos e por qualquer mosquitinho no para-brisa levantam voo.
James Hinchclift não saiu voando (ficou no quase conferindo o vídeo) mas, acabou com um problema na perna. Sofreu uma intervenção "siderúrgica" e certamente não vai correr.
Em alguns lugares dizem que houve falha de suspensão do carro dele. No caso de Helio Castroneves (vulgo Helio Castrou o Neves) o carro balançou antes.
Em todo caso mais especificamente para os carros Honda o blog aqui já antevia o resultado.


 
Aqui o acidente de Castroneves. Ainda bem que ele é cabeça dura.




Fuçando na infernal inter descobri uma comparação interessante de dois acidentes com o Ed Carpenter. Em 2012 e 2015 no mesmo lugar.
O cara gosta de estampar muros. No primeiro caso o carro, apesar do pulo, não sai do chão. No segundo.....

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O BAIANO!

Eddie Russo.
Mais um desses casos em que o sujeito muda alguma coisa em sua vida com o propósito de esconder sua atividade da família.
Eddie Russo baiano de nascimento. Filho de um grande pecuarista do sertão baiano especialista em vacas magras.
Seu pai vivia dizendo que os bons negócios exigiam tempos de vacas magras.
Quando foi estudar no Rio de Janeiro, Russo descobriu uma nova vida com novas oportunidades entre as quais o automobilismo. A primeira vez que entrou num fusca envenenado sentiu um baque no estômago. Na verdade era o jantar recheado com uísque barato exigindo a saída de emergência.
Após, regurgitar o conteúdo estomacal saiu em disparada pela orla do Botafogo dirigindo o fusca e perdendo a namorada em uma curva.
Resolveu então partir para os Estados Unidos e participar da gloriosa corrida das 500 milhas de Indianápolis.
Enganou seu pai que financiou indiretamente seu início de carreira pensado que o filho iria para o grande e bobo país do norte comprar bois gordos.
Na verdade nosso Eddie Russo nasceu em 1925 e correu de 1955 até 1960 sempre nas 500 milhas e sempre sem brilho.
Nas quatro edições que participou não se classificou em nenhuma.
Ah! Em tempo. Eddie Russo nasceu nos Estados Unidos!



                                   O simpático Russo!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

IMAGEM

Belas imagens captadas pela câmera do carro do Helio Castroneves quando de um dos 'centos pits lá em Indianápolis.


sábado, 2 de junho de 2012

COMO PODE?

As intermináveis 500 milhas lá nas Índia Nápolis foram vencidas por um cara que levou o famoso totó por detrás.
Dario Franchitti iria fazer um pit stop junto com toda a torcida corintiana por conta da rodada do querido inspetor Clauson quando um sujeito de nome Viso(n?) não prestou atenção e pimba deu-lhe uma bifa na buzanfa.
Apesar da rodada o Dario foi lá e venceu a corrida.
Não sem antes provocar o acidente do João Poneis Sato.
Falaremos disso depois.
O vídeo é engraçado e tem uma visão diferente por conta de ter sido filmado da arquibancada em frente aos boxes.
Ouçam que tem um cara que fica perguntando "o que aconteceu?".
Já vi este filme em Interlagos. Muitos não se preocupam com a corrida e sim com louras quentes ou geladas.
Daí, ficam perguntando coisas tipo "quem está em primeiro?"
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

VÁ ENTENDER!


Notem o aplauso da torcida com a primeira rodada nas intermináveis 500 milhas de Indianápolis acontecidas no domingo.
O estreante Bryan Clauson mostrou o que acontece quando o piloto vem muito rápido e sai da tangência ideal.
A locução explicou que "eles adoram uma bandeira amarela", referindo-se à torcida.
Catso!
Fico pensando que o pessoal aproveita para correr ao banheiro e coisas do gênero. Só assim para explicar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

CONFIRMANDO A REGRA

Will Power confirma regra estando no lugar errado na hora errada.
Provavelmente Mike Conway bateria no muro sozinho. Mas, por alguma força estranha Power acompanhou Mike sobrando para ele também.
Tudo isso lá nas intermináveis 500 milhas de Indianápolis.
Agora, notem que mais ou menos em 3 minutos Hunter-Ray, presumo, vem todo faceiro quando algo passa por ele.
Será um pássaro?
Será um avião?
O Superhomem?
Uma panela arremessada por alguma mulher traída? 
Um urubú?
Nada disso.
Apenas uma roda em busca de seu lugar no mundo

quarta-feira, 14 de março de 2012

DESCUPEM NOSSA FALHA

O vídeo do post anterior não é de uma Lotus 56B que disputou corridas na F1.
Na verdade é de uma prima dela, Lotus 56 turbine que disputou as 500 milhas de Indianápolis em 1968.
Também criação de Colin Chapaman em parceria com Maurice Philippe participou da corrida de 1968 com três pilotos: Graham Hill (pai do Damon Hill), Joe Leonard e Art Pollard.
Todos acabaram por abandonar mas, Leonard disputou a liderança.
Na primeira foto a participação em Indianapólis com Graham Hill e seu capacete característico em primeiro plano.


Na segunda foto o repouso do guerreiro.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

SHOW

Vimos o ocorrido na curva final das famosas 500 milhas em Indianápolis.
Cá entre nós a corrida é um porre.
Voltas e mais voltas em um circuito oval onde, hoje em dia, a ordem é não deixar ninguém se destacar.
Então, o que interessa é a largada e a chegada. O meio é pontuado pelas bandeiras amarelas. Algumas são provocadas por estampadas legais no muro. Outras, como dizia o Piquet pai ocasionadas pelas cagadas de pombo.
Mas, as câmeras instaladas nos carros são uma atração a mais, como diria o poeta.
Elas são móveis e mostram as ultrapassagens como a gente não está acostumado a ver na F1.
Por sinal, a transmissão da F1 anda mais porca que o habitual.
É comum os caras cortarem a imagem na hora de uma ultrapassagem para mostrar o bar de alguma equipe e os caras fingindo que não estão vendo a câmera fazendo pose de compenetrados.
Até os Buenos da vida acabam por falar que a emissora não tem nada com a transmissão que é gerada pela fon-fon, que precisa contratar com urgência alguém que entenda e goste de F1.
Vejam o filminho mal feito da batida de alguém com alguém. Pena que na hora em que um dos pilotos é prensado a imagem é cortada.
Sei que é feio querer ver a desgraça alheia, mas, como eu sempre falo aqui em casa “ninguém morreu”.
Uma observação: a gente vê a pancada, os carros se arrastando e vem a pergunta "pô! Quando é que eles vão parar?" Eles se arrastam uma eternidade pela pista até a parada total.