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terça-feira, 7 de junho de 2016

E O AVIÃO AFUNDOU

De quando em vez temos notícias de antigos aviões serem transformados em residências como na imagem abaixo.


Ou restaurantes


Agora descobriram outra utilidade para velhos aviões. Invadindo um nicho que pertencia aos navios desativados e um destino nobre.
Os turcos afundaram um antigo A-300 no mar Egeu para transformá-lo num recife artificial.
Com isso, esperam fomentar o turismo na região.
O avião vai se juntar a outros menores que tiveram o mesmo destino.
Um avião deste tamanho no entanto chama a atenção.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Não vai ter mais

O GP da Turquia evidenciou algo interessante: com o KERS e o sistema de asas móveis, defender a posição tornou-se, em algumas situações, algo impossível na F-1.
Claro que a possibilidade de ultrapassagens é fantástica em corridas de automóveis. No entanto, quando há briga entre os pilotos, a coisa se torna ainda melhor.
A F-1 já assistiu a algumas brigas muito "classudas", como esta que vai abaixo. A narração é em japonês, mas não é preciso entender nada. As imagens falam por si.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sujeira na pista

O GP da Turquia foi marcado pelos pneus que têm vida útil de meia volta, espalhando borracha por tudo quanto é lado da pista, levando os pilotos a fazer quinhentos e setenta e oito pit stops.
O número de paradas é tão excessivo que há momentos em que é difícil saber o que realmente está acontecendo na corrida.
Mas, alheio a tudo isso, o Kid continua botando pra quebrar, sem dar chances a ninguém. Já começam a surgir comparações com Senna, Prost e etc. As estatísticas são, realmente, impressionantes, mas os perfis de carreira são muito diferentes. O primeiro carrinho de bebê comprado pelos pais do Kid já tinha um logotipo da Red Bull estampado. Por isso, ainda é cedo para colocar o alemão neste nível, embora ele dê claras mostras de que se trata de um piloto muito acima da média. Basta ver os tempos de classificação dele, regularmente meio segundo a frente do segundo colocado.
Outro alemão, por sua vez, dá claras mostras que está na hora de parar de correr - de novo. A sujeira que ficou na pista turca não foi só dos pedaços de borracha que soltavam dos pneus. O velho Dick resolveu dar o ar da graça e realizar algumas tentativas de homicídio neste fim de semana.
Primeiro, a manobra em cima do Petrov. Ele esperou o russo tomar a linha de dentro e depois o prensou entre a Mercedes e a grama. Deu-se mal, quebrou o bico do carro.
Em seguida, fez a mesma coisa com outro piloto, que teve de iniciar sua frenagem na grama, o que é muito perigoso.
Por fim, ainda se enroscou com o Barrichello, mas não deu nem pra saber quem foi o culpado graças à maravilhosa cobertura televisiva do evento.
Enfim, tomar um cacete histórico do Rosberg, ainda vá lá. Mas ficar colocando os outros em risco é meio complicado. Schumacher deveria ter sido punido, pelo menos, com um drive-thru para largar mão de ser besta.
Outra sujeira turca foi o que a Ferrari fez com Felipe Massa. Errou em todos as paradas de box do brasileiro. Na verdade, iniciou-se o processo de fritação de Massa na Scuderia. Ele vai passar o resto do ano tendo problemas esquisitos, proporcionando aos homens de vermelho belas justificativas para deixar o Afonso como primeiro piloto.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

KID VETTEL CONTRA A PASMACEIRA



Após o GP da Turquia neste domingo 30 de maio as opiniões se dividem entre os, vamos assim chamar, formalistas da F1 e os informalistas.
Ou seja, os que pensam em regras a serem obedecidas pelos pilotos em nome da harmonia do cosmos ou os que querem mais é que um cometa venha a cair no nosso quintal.
No caso da Turquia dizem que os pilotos (os quatro ponteiros) não entenderam as mensagens cifradas que as equipes transmitem no decorrer das provas e no calor da corrida muitas vezes o que era abacate vira abacaxi. No caso deste domingo uns entenderam que era para economizar combustível e outros entenderam que “é nóis mano” e foram à luta. Entre os primeiros Webber e Hamilton. Entre os segundos Button e Vettel. As mensagens são cifradas porque é proibido o jogo de equipe na F1. Assim como a proibição do papai Noel se inscrever com sua biga de 680 renas.
Uma das coisas que mais me irritam na F1 é essa coisa de um companheiro respeitar demais o outro a ponto de não ultrapassar, ou não poder ultrapassar para não ficar mal na equipe de modo, por exemplo, a não “esquecerem” de tirar o cavalete de seu carro quando da volta de apresentação. Aconteceu com o rubim na França em 2002. A desculpa? O carro não pegava. Até o pobre rubim deu entrevista dizendo que o carro “não pegou”. Sei, sei.....
Enfim, a torcida quer mais é corridas com disputas entre pilotos sejam de quais equipes forem. Batidas, quer de carro, de maracujá, acontecem nas melhores famílias.
Nosso locutor oficial adora dizer que na Ferrari “isso não acontece”. Numa certa altura da corrida o poderoso chefão diz “tragam as crianças para casa”. Tudo em nome da chatice das corridas.
Eu prefiro um Vettel criando asas e indo para cima mesmo batendo no companheiro de equipe. E, vimos em dois momentos, o que se sucede na F1 em nome da harmonia do cosmos. Primeiro o lemão saiu do carro fazendo gestos de que alguém é biruta. Não necessariamente seu companheiro de equipe. Poderia ser o próprio Vettel, porque não? Depois de ir até ao motorhome e tomar umas seis latinhas de red Bull com croc saiu dizendo as pasmaceiras de sempre.
Para terminar temos duas fotos tiradas da TV com a transmissão da Globo. A segunda (já que saíram invertidas) a batida entre os dois bois. Vejam o Hamilton atrás. Quase dá para ouvir um “UHÚ”.
Na primeira foto a equipe da boiada comemora mais um gol do Curíntias.
Eh eh