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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ARREPENDIMENTO

Espero que Sir McCartney tenha se arrependido desta foto.
Imperdoável. 



Lucy in the sky with diamonds?

domingo, 21 de fevereiro de 2016

WHO?

Vivi para viver!
Um babaca rapper (sei lá o que é isso) de alcunha tyga deu uma festa após a entrega da premiação do Grammy (que já é algo parecido com jogo de cartas marcadas ou para ressuscitar/elevar mortos-vivos).
Catso! O que foi fazer a lenda Paul McCartney numa bosta de festa de um idiota desses?
Não sei.
Mas, os gorilas da entrada da selva não deixaram a lenda entrar porque não estava na lista.
Ele e mais alguns como Taylor Hawkins e Beck .
Ou seja, (preconceitos à parte) não fazia parte da quadrilha.
Pior, os gorilas não sabem/conhecem ninguém a não ser o imbecil que os contratou.
O babaca ganhou estrelinhas de idiota no mundo do entretenimento (porque música seria demais).
Tentou se desculpar tal e coisa. Mas, vá se foder.
Agora, a pergunta que não quer se calar.
O que Sir foi  fazer naquele lugar?????
Imperdoável. Se bem que....

domingo, 28 de dezembro de 2014

Que sorte a minha, de novo...


(...)

Momento 3:

Uma correria terrível, fui ao fórum com calça de corrida, camiseta e tênis, a roupa para ir ao show. Não consegui planejar direito a logística, quem dirá sacar os velhos discos de vinil para entrar no espírito.
A noção de que aquele era um momento para lá de especial só veio aos poucos, quando a ansiedade e a putidão pelo som ruim foram baixando. 
Da outra vez, fiquei encantado porque o disco de vinil era o mesmo, na mesma vitrola. Meu pai ouvia quando era moleque, depois ouvia com a minha mãe, e depois eu ouvia sozinho e, agora, ouço com a Daniela. A MC não tem vitrola, mas convenceu meu companheiro de equipe sueco a ouvir também. E todos sorriram muito.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

OH YES!

Por falar em filhos dos homens não podemos deixar de fora Julian Lennon. Nascido em 8 de abril de 1963 (feliz aniversário para ele) e filho do Jão Limão e Cynthia Powell.
Imaginem um filho de um componente dos Beatles que estavam em plena ascensão tendo que (diz a lenda) ficar meio que escondido para não atrapalhar o business.
Não deve ter sido fácil. Nem vou falar que, com cinco anos, descobriu que seu pai estava envolvido com uma “bruxa”.
Enfim, dizem que ele se dá bem com todo mundo. Anda meio sumido, mas ouçam essa música que fez sucesso um tempo atrás.
A voz é muito parecida com a do pai.
Aliás, é para ele a música de Paul MacCartney “Hey Jude” escrita pelo fato de estar triste com a situação familiar.
Ele supostamente inspirou o pai a escrever “Lucy in The Sky With Diamonds” por desenhar uma amiguinha de escola, chamada Lucy, no céu cercada de diamantes. O filho desenhou e o pai viajou, vamos assim dizer. As Lucys viajando no céu devido aos diamantes estavam na moda na época.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Seguindo Paul

Há um tempinho atrás, minha diletíssima irmã enviou este vídeo que vai abaixo. Sabendo que minha reação ao identificar a música seria fechar a aba e responder um sonoro palavrão, ela acrescentou no final da mensagem: "assista até o fim". Assisti até o fim. E não é que valeu a pena?
Aperte o play e siga o Paul.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

LITERÁRIA - F-1 E ROCK

Outro dia a chefe aqui de casa disse que o blog está mais para rock an roll do que para a F-1.
Pois assistindo ao "The Beatles Anthology" nos deparamos com essa cena de cair o queixo.
Certamente foi registrada na casa do Jorjão que era fã da F-1.
Sem mais palavras.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Que sorte a minha...


Momento 1:

Estava em casa no sábado à tarde e resolvi ouvir o lendário álbum Abbey road, dos Beatles, como uma espécie de preparação emocional para o show de Paul McCartney do dia seguinte.
Lá pelas alturas de Because, me dei conta de algo curioso: não só as músicas que eu estava ouvindo eram as mesmas que meu pai ouvia quando era moleque, como o suporte material das músicas - o velho disco de vinil, guardado como tesouro há muitos anos - era também o mesmo.
Fiquei ali, olhando o selo girar e a agulha deslizar lentamente sobre a superfície preta, tentando absorver a transcendência daquilo tudo.

Momento 2:

Dentro do estádio, os acordes iniciais de qualquer canção me levavam a um momento diferente da minha vida, uma recordação, uma memória e um sentimento guardado. Interessante notar que, quando nasci, os Beatles já não existiam há pelo menos 15 anos, John Lennon havia falecido há 4. Ainda assim, cresci ouvindo suas músicas e estava ali tendo a oportunidade de ver de perto o compositor de muitas delas, tocando tudo ao vivo com uma vitalidade impressionante - acho que ele terminou o show menos cansado do que eu.
Estou aqui, até agora, tentando absorver a transcendência daquilo tudo.