Enquanto espero a Plataforma Lattes dizer "ok, nós percebemos que você fingiu que atualizou seu currículo, pode ir dormir", vamos a mais uma babaquice interessante.
Estabeleceu-se há mais de um ano o costume de um dos gerentes executivos do F-1 Literária - que eu não digo quem é nem sob tortura - virar de repente para alguém (especialmente sua irmã) e interrogar: "o que o John Lennon diria?"
O gabarito oficial dizia: "
I'm so tired". Basicamente, era o que se passava na cabeça de nosso chefe, não só o título da música, mas a música inteira.
Com o tempo, respostas alternativas foram sendo criadas e já não temos um gabarito preciso. A irmã, por exemplo, começou a responder, um pouco impaciente: "não sei, não sei!". Mas aí a música não é do John Lennon, e sim do George Harrison ("I don't know, I don't know...").
A mãe dos dois passou a acrescentar respostas: "mãe, o que o John Lennon diria?" Ela berrou: "MOTHEEEERRR, you had me...". Claro que um berro da mãe da irmã é uma coisa muito suave e silenciosa. Mas, considerando os padrões, foi um berro.
Uma variação interessante foi criada por um sujeito elétrico aí. Não sei se já foi dito por aqui, mas o véi Mero, meu dileto avô, era padeiro. A partir dessa premissa, veja a seguinte pergunta: "O que o véi Mero diria para o John Lennon?". A genial resposta: "o sonho acabou".
Ultimamente, ando perguntando seriamente o que o John Lennon diria ou faria. Ouço, bem ao longe, "come on, it's such a joy, come on it's such a joy! Come on, let's take it easy, come on, let's take it easy! Come on, let's make it easy!". Quero muito seguir o conselho do John Lennon.