Mostrando postagens com marcador John Lennon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador John Lennon. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

GAROTÃO DE 80

 Por falar em Beatles um dos meus quatro favoritos (!!) faria 80 anos hoje.

Talvez o que mais mergulhou no que a vida ofereceu de pesado em termos de infância e saídas pelas drogas. Tenho um livro, que mais parece uma bíblia (pelo tamanho), onde John Lennon é retratado como um usuário contumaz de drogas leves e pesadas. 

Mas, o tempo passou, vencia a luta tentando ficar limpo, mudou para Nova York com "ela", venceu a (in) justiça de lá que o queria deportado, e estava numa fase light da vida. Então, um norte-americano típico o assassinou.

Deixou um legado eterno, nem preciso dizer.


Por exemplo esta música. Singela, porém, linda. Feita para "ela" que aparece no vídeo. Junto com George Harrison.








sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

CIGARRINHO SUSPEITO


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

TOPETUDO

Conheço o topetudo de algum lugar....

sábado, 8 de outubro de 2016

HOMENAGEM AO SOLDADO CONHECIDO

"give peace a chance"

domingo, 3 de janeiro de 2016

OS COLE

Nos meus tempos de Curitiba o rádio em AM dominava ambiente em casa. Ligado o tempo todo em estações que tocavam músicas das mais variadas dos mais variados ritmos.
Portanto, ouvia desde Elvis Presley até Nat King Cole e sua voz de veludo (nova esta expressão).
Anos depois, quando o rock me dominou deixei de ouvir esses boleros (sim, até os Beatles gravaram algo parecido com bolero: And I Love Her). Afinal, o que meus amigos iriam dizer?
Mas claro, os brutos também são românticos. De vez em quando ouço Nat e sua voz de veludo.
Como na música abaixo, um sucesso pra lá de Bagdá (quando Bagdá era um charme).
O pai morreu cedo demais, em 1965 com 45 anos de idade



Nunca dei muita atenção aos filhos de artistas por inferir que estão nadando na esteira dos pais não herdando o dom mas aproveitando o fato de serem filhos "do home".
Portanto, até este dia, em 1990, não dei muita atenção à filha do home Natalie Cole.
Mas, esta interpretação de Ticket to Ride no show (inesquecível, por sinal) em homenagem à John Lennon em Nova York é coisa de gente grande. Ela lutou conta as drogas e morreu recentemente em decorrência de várias complicações de saúde.


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

35 ANOS HOJE

Corria o ano de 1980. Eu acabava de sair de minha primeira experiência profissional. Estava frustrado. Trabalhei numa fábrica (químico) que oferecia um ambiente insalubre sob todos os pontos de vista. Sem saber ao certo o que fazer resolvi ser um dos primeiros pacientes de um amigo que se formava em odonto. O Demerval (por onde anda?).
Lembro que havia trazido de sampa para Rib's (estava morando com uma tia) alguns discos dos Beatles para ele. Quem não era Beatlemaníaco naquela época?
No dia 08 de dezembro eu tinha horário com o Demerval. Bem cedo.
Cheguei no consultório e ele estava pasmo. Olho arregalado, me encarou e disse "não está sabendo?" 
Não, não estava. Pensei num primeiro momento em guerra nuclear (era moda dizer que o mundo iria explodir em holocausto nuclear), um golpe militar dentro do golpe militar, a morte do papai noel, e outras coisas.
"Mataram John Lennon". Ele balbuciou e ficou esperando minha reação. Eu ri. Puta brincadeira sem graça. Só me convenceu quando ligou um radinho de pilha que havia levado para ouvir e acreditar. 
Naquele dia, pelo menos, escapei da tortura. Ficamos ali tecendo mil conjecturas e, até hoje, não há explicação.
O mundo é louco. As pessoas são loucas. E, ponto final.
Trinta e cinco anos depois ainda dói no peito. 
Uma observação. Procurando foto para ilustrar o post descobri que são  raras as fotos em que Lennon aparece sorrindo. Sim, ele era um cara perturbado. E, rockeiro que é rockeiro não ri à toa.



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

75 ONTEM

John Lennon faria 75 anos em 09/10. 
Em dezembro de 1980 o mundo real (dominado pelos mais variados tipos de malucos) o atropelou.
Sabemos que ele não era um sujeito tão legal quanto genial. 
Porém, dentro do possível, ou seja, o quanto sua mente perturbada pelos acontecimentos da infância permitiam, revolucionou a música pop. 
Estou lendo um livro (The Beatles, a Biografia, de Bob Spitz) que retrata o grupo em detalhes.
Em alguns trechos ele, o livro, é cru. Quando os Beatles atingiram o auge em 1963 durante a gravação do filme "A Hard Days Nigth" Freddie Lennon apareceu do nada. John havia visto o pai apenas duas vezes na vida. A última quando tinha cinco anos, em 1945. Com toda a saia justa criada pela inesperada visita os presentes não sabiam muito bem como agir. Mas, não John. Ele praticamente expulsou o pai justificando que ele só apareceu porque o filho ficou famoso. Sempre morou na mesma casa e o pai sabia o endereço nunca o visitando. Enfim, no seu caso, o passado de difícil convivência familiar não havia sido resolvido.
John Lennon foi sempre o Beatle mais direto. Dizia o que pensava sem meias palavras.
Duvido que, se vivo, não estivesse em alguma trincheira lutando pela paz.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

LICENÇA POÉTICA.

Quem não sonha com um mundo fraternal?


sexta-feira, 6 de abril de 2012

OUTRO

Esse é Sean Lennon filho dele com "ela."
Leva jeito.
Tem estilo.

OH YES!

Por falar em filhos dos homens não podemos deixar de fora Julian Lennon. Nascido em 8 de abril de 1963 (feliz aniversário para ele) e filho do Jão Limão e Cynthia Powell.
Imaginem um filho de um componente dos Beatles que estavam em plena ascensão tendo que (diz a lenda) ficar meio que escondido para não atrapalhar o business.
Não deve ter sido fácil. Nem vou falar que, com cinco anos, descobriu que seu pai estava envolvido com uma “bruxa”.
Enfim, dizem que ele se dá bem com todo mundo. Anda meio sumido, mas ouçam essa música que fez sucesso um tempo atrás.
A voz é muito parecida com a do pai.
Aliás, é para ele a música de Paul MacCartney “Hey Jude” escrita pelo fato de estar triste com a situação familiar.
Ele supostamente inspirou o pai a escrever “Lucy in The Sky With Diamonds” por desenhar uma amiguinha de escola, chamada Lucy, no céu cercada de diamantes. O filho desenhou e o pai viajou, vamos assim dizer. As Lucys viajando no céu devido aos diamantes estavam na moda na época.


terça-feira, 3 de abril de 2012

OH NO!

Estou lendo que alguns filhos dos Beatles (que já são músicos) pensam em uma insanidade.
Montar uma banda.
Espero que caiam na real. No mínimo vamos pensar que estão querendo aproveitar a fama dos pais.
Agora legal mesmo é a foto.
Nem precisa dizer quem é filho de quem.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O que o John Lennon diria?

Enquanto espero a Plataforma Lattes dizer "ok, nós percebemos que você fingiu que atualizou seu currículo, pode ir dormir", vamos a mais uma babaquice interessante.
Estabeleceu-se há mais de um ano o costume de um dos gerentes executivos do F-1 Literária - que eu não digo quem é nem sob tortura - virar de repente para alguém (especialmente sua irmã) e interrogar: "o que o John Lennon diria?"
O gabarito oficial dizia: "I'm so tired". Basicamente, era o que se passava na cabeça de nosso chefe, não só o título da música, mas a música inteira.
Com o tempo, respostas alternativas foram sendo criadas e já não temos um gabarito preciso. A irmã, por exemplo, começou a responder, um pouco impaciente: "não sei, não sei!". Mas aí a música não é do John Lennon, e sim do George Harrison ("I don't know, I don't know...").
A mãe dos dois passou a acrescentar respostas: "mãe, o que o John Lennon diria?" Ela berrou: "MOTHEEEERRR, you had me...". Claro que um berro da mãe da irmã é uma coisa muito suave e silenciosa. Mas, considerando os padrões, foi um berro.
Uma variação interessante foi criada por um sujeito elétrico aí. Não sei se já foi dito por aqui, mas o véi Mero, meu dileto avô, era padeiro. A partir dessa premissa, veja a seguinte pergunta: "O que o véi Mero diria para o John Lennon?". A genial resposta: "o sonho acabou".
Ultimamente, ando perguntando seriamente o que o John Lennon diria ou faria. Ouço, bem ao longe, "come on, it's such a joy, come on it's such a joy! Come on, let's take it easy, come on, let's take it easy! Come on, let's make it easy!". Quero muito seguir o conselho do John Lennon.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dias estranhos



Ontem, mais uma vez em uma data emblemática, caímos, por acaso, em um tributo ao John Lennon. Da outra vez, não sabíamos que a data seria marcante; domingo, não sabíamos do tributo. E ficamos lá, sozinhos, ouvindo tudo de novo. Sem o guarda-chuva. Felizmente, não estava chovendo.
Os pontos finais vêm chegando e sendo apostos no meio de frases interrompidas. O que estava para começar, subitamente, terminou, e a sensação é de que o chão se abriu e caímos numa vala enorme que não tem fim. Antes que me acusem, não é um exagero. Estava tudo ali e estávamos entendendo tudinho sobre o inexplicável, até que não entendemos mais nada.
Agora, é questão de enterrar tudo lá no fundo, e aí, na quarta-feira, o dr. Marcos vai desenterrar, e na quinta enterramos de novo, e na outra quarta o dr. desenterra, e assim vai até que tudo vire sombra e as presenças de hoje se tornem os fantasmas de amanhã, as faltas que, hoje, tanto sentimos, sejam as ausências confortáveis do futuro, e o que dói hoje seja uma lembrança ruim - e nada mais - em muito breve. Amém.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

08/12/1980

O chefe do blog sempre homenageia algum ídolo que já partiu desta vida terrena.
Eu tenho certo bloqueio em relação a estas datas.
Enfim, lembro muito bem do dia em que John Lennon foi assassinado.
Estava em Rib's.
No dia seguinte sem conhecimento do ocorrido, pela manhã, fui ao dentista. Na época era um amigo meu recém formado na arte de torturar fingindo que arruma dentes alheios.
Eu havia emprestado minhas antologias dos Beatles para ele.
Em vinil. Como ele era moderno conseguia gravar do vinil para fita cassete.
Eu saí sem ligar a TV ou rádio.
Quando entrei no consultório, com meus discos na mão, ele disse que John Lennon havia levado uns tiros e estava morto.
Quase dei umas porradas nele pela piada sem graça.
Resumindo, naquele dia não houve tratamento dentário.
Um choque.
Principalmente pela luta de John em conseguir o visto para morar nos Estados Unidos. Não queriam deixar que ele morasse neste hipócrita país pelo envolvimento com drogas.
Quando conseguiu vencer a batalha, um imbecil fez o que fez.
Uma das músicas que mais gosto é “Jealous Guy” que ele compôs para “ela”.
Tentando me redimir com ela uma vez que a chamei de bruxa em um comentário anterior vai essa versão diferente.

Mother Superior jump the gun

Há 31 anos, falecia John Lennon. Como o walrus era o Paul, vamos relembrá-lo com madeira norueguesa.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

5:00

Muitas vezes falei aqui de insônia, sempre lembrando que sono, a falta dele, sonhos e adjacências eram temas recorrentes nas músicas de John Lennon.
Hoje, despertei com uma música do referido na cabeça e a natural decepção ao olhar para janela e notar que ainda estava escuro. Ouvi a musiquinha por um tempo, tentei dormir de novo, mas havia uma estranha inquietação ao lembrar da insônia do John e da minha insônia, que não se chama Yoko.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

MÚSICA

Faltou a música.
Claro que Happy Xmas do Lennon. Mas, com The Coors.
O youtube anda arisco e não deixou incorporar. Vale a pena copiar o endereço.

http://youtu.be/2B-AX9ZZKpM

sábado, 15 de outubro de 2011

Tião

No último dia 9, John Lennon faria 71 anos de idade, se um imbecil não tivesse feito o favor de interromper a vida deste indivíduo fantástico.
Nos meses dos aniversários dos quatro integrantes dos Beatles, a banda cover ZoomBeatles monta um repertório especial com músicas das respectivas carreiras solo, além dos clássicos gravados pelos quatro juntos, para comemorar as datas. Sempre lá, no glorioso Café Piu-Piu.
No dia 13, quinta-feira última, foi a vez do tributo ao John Lennon. O Fórmula-1 literária enviou um representante para acompanhar o evento. Segundo ele, a chuva torrencial não atrapalhou - exceto pelo fato de que o rapaz foi obrigado a ficar segurando um guarda-chuva de 1,70m ao longo de toda apresentação, pois a chapelaria do estabelecimento estava fechada.
Nosso enviado colocou-se em um cantinho, acompanhado de seu guarda-chuva e seu copo de chopp, para ouvir e ver o tal Tião, que, na verdade, chama Tiago, ou Thiago, mas que, naquela noite, parecia ser o próprio John Lennon, e quase levou todo mundo às lágrimas com interpretações beirando à perfeição, como em Mother, e outras tantas belas canções.
Esta aqui me lembrou do tempo em que eu era pequeno e ficava impressionado quando meu pai colocava os discos de vinil para rodar na eletrola. Tempo em que jealous era uma palavra bem estranha.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Há trinta anos...

Oito de dezembro. Aniversário do Eduardo, da Andresa, dia da Justiça.

E, em 1980, a data em que um débil mental resolveu dar um tiro em um leão marinho.


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

"How do you sleep?"

Recapeamento da rua. 587 máquinas trabalhando ao mesmo tempo. Metade colocando asfalto de onde tiraram ontem, a outra metade tirando o que vai ser colocado amanhã. A barulheira é insuportável.
Ouçam um pouquinho da janela tremendo:



Tudo isso, a esta hora da noite, me faz pensar em duas canções do John Lennon, uma com os Beatles, a outra, dizem, sobre um ex-beatle .








Pelo menos duas coisas boas que vieram de todo o barulho.

Talvez o caminho seja dormir na sala...