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sábado, 30 de novembro de 2019

REIS DA ESTRATÉGIA FURADA

Como dizem acabou de acabar o treino oficial para o GP de Abu Dhabi e os estrategistas de mamã Ferrari mais uma vez se superaram.
Soltaram seus carros para a última tentativa com o tempo apertado.
Ou seja, estavam correndo o risco do cronômetro zerar antes de abrirem a volta.
Pois é. 
Na volta de aquecimento havia uma McLaren à frente de Vettel e Leclerc comboiando o lemão.
E, o monogagochato ficou na lembrança. 
Quando foi acelerar o tempo já estava zerado.
Reclamou no rádio jogando a culpa em Vettel mas, culpado mesmo são os babacas que esperam o último segundo para soltar as criaturas.
Como se um segundo para cá e para lá fosse decidir os destinos do universo.

E, como a volta de Sebastian foi tão horrível não duvido nada que, por castigo, tenham pedido para que ele levantasse o pé. Meio que para consolar Charles que larga em quarto e ele em quinto por não melhorar o tempo. 

De qualquer sorte ficamos de queixo caído com o amadorismo de uma equipe com o maior orçamento da categoria.

sábado, 21 de abril de 2018

ESTRÁGICAS

O blog inova ao criar um misto de estratégia e tragédia.

Estrágica foi a decisão de dona Mercedes (a pedante) em não chamar Hamiltão para uma troca de pneus quando da maldonadice dos Toro Mirins. Botas e Vettel não tiveram chance de ir aos boxes porque estavam na reta do circuito de Xangai. Os outros tinham a opção. Deu no que deu.

Hamiltão poderia ter entrado. Mas, a soberba de dona Mercedes prevaleceu e não chamaram o inglês que foi devidamente jantado pelos Toro Seniores com o desenrolar da corrida. Totó Lobão declarou que os pneus de Luís eram novos, com dez voltas, dando a ele chance de brigar quando o carro de segurança deixasse a pista. Mas, os Toro Seniores mostraram como se faz estratégia vencedora. Ousadia e pneus médios zero bala. O resto é explicação chororenta.

De tudo ainda concordo com Vettel ao dizer que o carro de segurança parece ter sido proposital para ferrar a corrida dele e Botas. O finlandês ainda fechou em segundo. Mas, no caminho de Tião havia um Mad Max.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

QUEM É O NÚMERO UM?

Após o GP de Mônaco muito se falou na estratégia (ou estratégias) das equipes.
Houve ajuda de mamã Ferrari para Vetor vencer. Houve ajuda dos Toro Seniores para Sorrisão subir ao pódio em terceiro?
Sim e não. Só que não.
Havia diferenças de desempenho dos pneus de maneira que, quem fizesse primeiro a troca, iria perder rendimento.
De fato, Vodkanen e Mad Max pararam antes que seus companheiros e levaram o chamado uppercut no queixo.
Os pneus, na parada, poderiam ter rendido mais. Como renderam de maneira que, quem estava atrás, na frente ficou após a troca troca.
Então, por que Kiwi, que corria sem ninguém à sua frente, não sentou o pé na máquina abrindo distância razoável para seu companheiro?
Mad Max estava preso no trânsito: é outra história.
Os Toro Seniores ajudaram Sorrisão para compensar as rasteiras que aplicaram no pobre moço no ano passado.
Mas, lá no fundo, noves fora, eu sempre disse para o chefe do blog: "na hora do vamu vê não tem essa de estratégia. O negócio é sentar e ser mais rápido que os outros."
Muito simples.
Depois ficar de mimimi nos boxes (ou mesmo durante a corrida, como Mad Max) não resolve as paradas.

Então ficamos assim: O "não sei o nome", Vodkanen e a face enigmática, Vetor com cara de saber quem é o preferido, e Sorrisão mostrando o bom serviço de seu dentista.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

LAMBÃO NO CANADÁ

Quando a gente se distrai com aqueles joguinhos de perguntas e respostas em família (que acaba virando briga feito parmera e curíntia) tem sempre alguém que diz "essa é fácil". E, não é a pessoa que vai responder. Pura provocação.
Mas, ontem vendo a corrida lá de seu sítio em Atibaia, Dona Gertrudes ligou aos berros quando Vettel entrou para uma troca de pneus liderando fácil com doze voltas. "Essa é fácil", gritou com a boca cheia de farofa, já que experimentava nova receita. Ela se referia ao lambão da corrida.
Essas coisas de estratégia são extremamente voláteis e nem deveriam ocupar o espaço que ocupam no cotidiano da corrida. Os caras sentam com montes de engenheiros, visionários, mecânicos (com suas pistolas pneumáticas que podem falhar), palpiteiros de plantão, patrocinadores, gurus (que são diferentes de visionários), chefes de equipe, estagiários, o prefeito da cidade para combinar a tal da estratégia.
Notem que, atualmente, os pilotos não são convidados. 
Se tivesse uma equipe iria chamar os pimpolhos e avisar sobre a possível durabilidade dos pneus em seus diversos tipos. E, mandar apertar o da direita. Caso contrário levam um pontapé de esquerda (sou canhoto).
Ora, quando apagam-se as luzes vremeias toda a combinação pode dirigir-se ao brejo mais próximo. Uma má largada, piloto que bate o carro, piloto que tem o carro batido, namorada que liga na hora errada, banana na pista, chuva, carro com problemas mecânicos e etc.
Chegamos, enfim, ao  ganhador do leitão do domingo.
Fiquei esperando para ver quem iria assumir a culpa pela estratégia errada da equipe de mamã Ferrari. Na hora das explicações os caras jogam a culpa no estagiário. 
Mamã vem se esmerando em ferrar (para não falar foder) com as corridas de seus pimpolhos. Foi assim na Austrália e Espanha. 
Ontem, até mesmo Hamiltão na salinha do refresco, após a corrida, disse para Vettel que não entendeu nada quando o viu indo aos boxes.
Mauricinho Aquiíabene assumiu a maldonadice dupla. Porque Raikkonen  também foi vítima do engano.
A desculpa? Superestimaram a degradação dos pneus.
Para que servem aqueles treinos de sexta feira, e o de sábado um pouco antes do oficial?
Enfim, a merda está feita. Aquiíabene deve deixar de ser o estrategista. Creio que vai deixar de ser o capo. Faz muitas caras e bocas e quando decide parece o Dunga.

"posso trabalhar como modelo...."