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segunda-feira, 9 de julho de 2012

EMOÇÃO FINAL

E, finalmente, a emoção da disputa na linha final.
O vencedor foi o carro madrinha.
Brincadeira. Mas, é por finais assim que não dá para se entusiasmar com a F-Indy.
Quem venceu foi Hunter-Reay da equipe de Michael Andretti, o gordinho filho do grande Mário.





terça-feira, 12 de junho de 2012

AH ESSES DISTRAÍDOS!

Chupado do site Totalrace.
Mais um piloto preocupado em sintonizar o rádio esquecendo da vida. Foi na F Master alemã. Por isso a narração nesta estranha língua.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

FISCAL TAMBÉM É MACHO!

Reparem nesta pimba do John Watson (filho do What?)em Monza no ano de 1981.
Perde a traseira dá uma bundada no gradil perdendo o conjunto motor e suspensão traseira.
Um carro que vinha atrás acerta o motor de sua McLaren parando mais adiante.
O interessante é que não houve carro madrinha e os pilotos ignoram a bandeira amarela.
Passam em alta velocidade e os fiscais tem que ser machos para não sair correndo e largar tudo para bostear.
Afinal, se os pilotos não estão preocupados em diminuir a velocidade quem são eles para arriscar o pescoço, nénão?

domingo, 18 de março de 2012

IMAGINAÇÃO EM FALTA

Todos já conhecem minha opinião sobre a entrada do carro madrinha em situações em que sua presença seria dispensável.
Nesta corrida da Austrália não foi diferente.
Quando vi o carro do nosso inesquecível Petrão, o Katarrã, parado na reta dos boxes sem incomodar ninguém pensei na seguinte situação:
O diretor de prova está lá em sua poltrona com visão privilegiada da corrida. Latinha de cerveja na mão e batata frita em cima do teclado.
Mó monotonia. Mal pode esperar o final da corrida e correr para o banheiro onde fornecerá material para exame anti-doping.
O duende mor do circo está nos boxes atazanando alguém quando é informado que a audiência despenca pela monotonia.
Então, agarra o telefone e grita para o sonolento diretor de prova, “a audiência está caindo, nego! Anima essa porra aí.”
Mas, como?
Punir todos que ousam andar na frente de Dom Prima Dona Alfonsina?
Pode ser.
Seus pensamentos são interrompidos quando visualiza o Katarrã, carro do Petrão, parado em lugar seguro. Basta empurrar o dito cujo para junto da mureta dos boxes.
Que nada!
É a chance que todos esperavam. Aciona imediatamente os bombeiros, o exército, a marinha, a aeronáutica e a estação espacial. Pode ser aquela que caiu mesmo.
O carro do Petrão é literalmente uma bomba e pode explodir a qualquer momento.



Então, o carro madrinha entra garbosamente na pista. Para completar um caminhão sai não sei de onde para resgatar o possante impotente na reta de chegada.
Não é um caminhão qualquer. Não desses que a gente vê pelas ruas do Brasil resgatando carros de passeio desmaiados.
É algo parecido com um trio elétrico. Enorme. Só faltou a Cláudia Milk para atentar contra nossa paciência finita.
Ou o gordim do Montoya para encher a lata do caminhão provocando um incêndio visível em marte.
E, assim caminhou a humanidade.
Eu diria que, em matéria de imaginação, o diretor de prova poderia se inspirar em outras praias.
Esse negócio de imitar a F-Indy e acionar o carro madrinha em todo momento sonolento da corrida já deu né?