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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

AGORA VAI

Massinha de modelar anunciou o fim de sua carreira na F-1 depois de se aposentar no ano passado.
É assim mesmo. O cara nos proporcionou cenas inesquecíveis ao, no ano passado, bater o carro na entrada dos boxes em Interlagos e ser homenageado por todo o universo, uma vez que aposentado estaria no final do ano. Foi realmente muito emocionante e inédito. Como comentei com alguém, talvez aqui, "coisa de filme".
Porém, a vida tem dessas coisas.
Dona Clara foi para a cozinha, preparou uma fornada de cookies recheados com verdinhas norte-americanas em conluio com os Stroll e o brasileiro acabou como um aposentado presenteado com um cockpit. Pelo seu desempenho neste ano é a imagem que resta. Um piloto de pijamas. Até evitou trançar rodas com o pimpolho endinheirado em algumas corridas.  
Bom, na opinião deste que vos tecla ele foi, entre os brasileiros que sentaram em carros competitivos o pior deles.
Não só pelos resultados, apesar de ser vice em 2008. Por sinal, mamã Ferrari foi a protagonista deste campeonato em que ele fez tudo direitinho e a equipe defecou em vários momentos.
Enfim, massinha sempre demonstrou na pista não ter feeling para não brigar na hora errada. Vendia caro ultrapassagens inevitáveis destruindo corridas que poderiam render mais do que rendiam.
E, cá entre nós: e se ele descumprisse ordens da equipe e foda-se o Alonso mais rápido que ele?
Rubim, em 2002 teve um episódio semelhante na Áustria em face de Shushu, mas não tinha as ordens de equipe sendo transmitidas pela TV.
Massinha poderia alegar que a situação era ridícula, parecida com 2002, e, se Mimadon era mais rápido que se virasse para ultrapassá-lo.
Lembram quando os Toro Mirins mandaram Mad Max ceder a posição para Kuajato? Quem está onde, hoje em dia?
Pois é.
Bom, saí dos trilhos do post.
Bye massinha. E, que venham os carros chocantes. Pelo visto ele vai para lá.

"bye"

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

ACONTECIMENTOS

Nestes intervalos em que a F1, mote do blog, fica em hibernação a gente também entra num vácuo.
Quebrado por posts interessantes como o último do chefe e suas lembranças inesquecíveis no mundo dos esportes. Melhor que eu. Minha lembrança inesquecível foi uma distensão muscular no primeiro chute em um aquecimento do primeiro jogo da nossa classe da química nos idos de sei lá quando.
Sim, eu nem sabia fazer um aquecimento decente.
Era o campeonato Interquímica. Joguei (pior que o normal) no sacrifício (como dizem) porque nosso time tinha um só reserva que não queria entrar nem sob ameaça de morte. Logo, todos queriam torcer meu pescoço. E, não adiantava dizer que não conseguia chutar com a perna esquerda (sou canhoto de perna, ha ha). Só consegui sair do time no último jogo porque nem andar era mais possível.
Enfim, resolvi sentar e batucar o teclado porque algumas coisas aconteceram.
Entramos em 2014. Existem algumas lendas na família nos janeiros em que passamos férias juntos.
Uma delas é o fato do motorista (eu) perder o rumo nas estradas do Brasil-sil-sil. Apesar de toda a tecnologia e placas disponíveis. Eu não me perco. Só quero desbravar novos caminhos.
Outra coisa é meu interesse pela desgraça do momento. Enchentes, buracos do metrô, assassinatos midiáticos e coisas do gênero.
Pelo visto, neste ano o tema vai ser o acidente do Shushu.
Espero, e sou sincero, que ele se recupere e volte a esquiar. Mesmo que fora da trilha oficial.
Sim, ele se acidentou fora da pista demarcada por algum motivo. Conhecia o local, sabia do perigo e correu o risco.
Quem viveu a maior parte da vida colocando a vida em jogo por adrenalina não abandona o desafio de hora para outra.
Assisti um documentário sobre o jogador Sócrates onde Zico diz que o atleta tem que se preparar para qando parar de praticar esporte. Iniciar outra atividade. Caso contrário, começa a viver do passado ficando vulnerável à depressão.
Shushu, aparentemente, ficou de saco cheio das politicagens da F1 e parou repentinamente. Ainda disse que parou para ajudar seu "irmão" Massinha de modelar dando a entender que, caso contrário, o piloto brasileiro nunca seria protagonista. Diga-se de passagem que o piloto alemão foi o maior beneficiário das sacanagens que permeiam o meio.
Correu de moto, caiu, machucou o pescoço. Não voltou por causa desta lesão. Mas, voltou. E, foi o maior vexame.
Dava a impressão que corria de pijama.
Parou de novo.
No dia do acidente assisti uma reportagem onde ele aparecia num cavalo (!) fazendo estripulias (como diria minha avó). Estava com um colete protetor e tudo.
Foi o chefe do blog, lá em Vegas, que me deu a notícia do tombo na montanha.
Portanto, ele não havia sossegado.
Agora, vejo comentários dos mais variados. Ele é o maior gênio que o esporte já viu. Um babaca num site dos gigantes da mídia justificou as vigarices e até o apelido de Dick Vigarista (que não foi dado por um brasileiro, como ele deu a entender). Ou seja, esporte honesto é para os imbecis. Vamos sacanear e entrar para a história.
Agora, dizem que ele se acidentou porque foi ajudar uma menina perdida.
Um herói.
Uma babaquice devidamente desmentida pela sua assessora de imprensa. O que houve de fato é que ele ajudou a filha de seus amigos a levantar devido a um tombo normal de quem esquia. Nada relacionado com seu tombo.
Durma-se com um barulho destes.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PIADA PRONTA

Michael Schumacher anunciou sua aposentadoria definitiva.
Esta é a piada pronta.
Desde que voltou às pistas de F1 o piloto alemão que adoramos secar não fez nada parecido com seu passado de glórias.
Não fosse magro a gente diria que era um aposentado gordo andando para lá e para cá com seu macacão e capacete para impressionar as tias.
Suas apresentações pífias com um carro, que foi modificado no primeiro ano de seu retorno para atender seu estilo de pilotagem, colocaram dúvidas acerca de sua biografia.
Como um piloto sofrível foi tão longe?
Sempre esbravejei, no passado, que outros pilotos tinham pavor em ultrapassar o piloto queridinho dos mandões.
Sim, temos algumas exceções como El Gordito Montoya, Vodkanem e um de nossos pilotos preferidos, Kica Makinem.
Mas, a maioria no grid não incomodava sua excelência.
Enfim, no ano que vem não precisamos aguentar o verdureiro mor gritando que "ele está se divertindo". Vá se divertir em casa com suas motinhas, disse dona Mercedes.
Não vale dizer que a F1 mudou muito desde sua parada porque temos aí o Kiwi Vodkanem de volta e mandando ver.
É um mistério digno de análises, ou de especialistas em mercado, ou psiquiátricas, ou de E.T.s.


shushu ao ser perguntado sobre sua atual performance