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terça-feira, 28 de agosto de 2012

O VERDADEIRO MIKKO

Vamos falar de Mikko Kozarowitsky.
O nome já indica. Nascido no Maranhão numa cidade chamada Barra do Corda. Em sua família destacavam-se grandes esportistas.
Porém, Mikko sempre foi uma negação na área em que a família se destacava, o cabo de guerra.
Desde cedo, quando vinha correndo para a escolha dos participantes, ficava esquecido num canto. Seu corpo franzino não ajudava.
Todos diziam "ih, não quero o Mikko no meu time". 
Tornou-se o verdadeiro mico.
Uma das pessoas mais velhas da cidade aconselhou o pobre menino a tentar a sorte como jóquei nas corridas de mulas que eram populares nos fim de semana.
O problema surgiu logo. Como era muito fraco não conseguia domar as mulas e elas corriam em disparada pela multidão levando perigo.
Mikko, então, resolveu tentar a sorte na cidade grande.
Foi para São Luís do Maranhão correr como ele mesmo dizia "naqueles cavalões"
Na verdade Mikko Kozarowitsky é finlandês de nascimento correu apenas duas corridas na F1 por uma equipe chamada RAM em 1977 na Suécia e Inglaterra onde bateu e quebrou a mão. Nenhum ponto marcado.


                      Mikko Kozarowitsky. Pensando bem ele é da família Fittipaldi.

sábado, 18 de dezembro de 2010

E PUR SE MUOVE



Estou relendo algumas revistas e suplementos antigos e achei esta curiosidade de 1975 no suplemento da revista Quatro Rodas nº 179.
Um March 751 que foi pole position nas mãos do Vittorio Brambilla no GP da Suécia daquele ano, disputado em Anderstorp.
Eu gostava dos March porque vira e mexe surpreendiam andando bem.
Agora, esse é feio que dói. Em 1975 existiam carros com desenhos modernos como os UOP Shadow e os lindos Lotus 72 com letras no fim do alfabeto, já que o modelo sobreviveu durante muito tempo. Na Suécia, por exemplo, eram os Lotus 72-E.
Mas, o inusitado é que o March em questão é um Fórmula 2 adaptado como diz o texto.
Ou seja, é como se um carro de GP-2 "mexido" fizesse uma pole qualquer por aí nos dias de hoje.
Notem os "limpa trilhos" que são as asas dianteiras. Nem sei se ajudam ou atrapalham.
Também de destaque os enormes pneus traseiros sem pensar na economia de borracha.
Ah! Para encerrar, não satisfeitos com o "limpa trilhos" os caras adaptaram uns penduricalhos aerodinâmicos nas laterais das asas. Tão às pressas que não houve tempo para pintar com a cor "laranja mecânica" do resto do carro.
Penso que foi esse o detalhe que valeu a pole......
Em tempo: na corrida o Vittorio não sentiu o gosto da vitória (não resisti!)
Teve problemas, foi trocar pneus e chegou em 23º.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Ultrapassar a qualquer custo

Três semanas sem corridas é muita coisa.
Esquentando os motores para o GP da Europa, achei por acaso este fantástico vídeo. É uma compilação de ultrapassagens do primeiro finlandês voador Keke Rosberg.
Eu não gosto muito das musiquinhas em vídeos de carros: quem gosta de corrida gosta de barulho de motor. Mas é bom assim mesmo.
Dispensa maiores apresentações. Aproveitem!




Esse vai para meu grande amigo, cuja origem está na baía vizinha ao país de Rosbeg - deve ser comum aos escandinávos gostar de ultrapassagem a qualquer custo.