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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Brasil fora?

Após ser dado como certo na Force India pela Globo, Nasr vê suas possibilidades de permanência na F-1 se estreitarem após a confirmação de Esteban Ocon na equipe falida mais bem sucedida da história. 
Agora, Felipe fica onde está, na Sauber, vai para a Manor, ou para fora da F-1. 
Torço pela sua permanência e, parece, olhando de fora, que há bom potencial para que isso ocorra, pois o piloto tem bala para fazer mais do que tem feito até aqui e conta com apoio financeiro importante. 
Na eventualidade de não sobrar cadeira na dança, com a aposentadoria do Felipe mais velho, o Brasil ficaria sem piloto na F-1 desde sabe-se-lá-quando; chuto, desde 1969 (gigity)? E, então, vamos todos ter que comprar o mega-pacote-laser-exponencial da TV a cabo para poder ver corrida. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Não entendi

Que o Trump foi eleito, está bem entendido. O que realmente é incompreensível é a renovação da Renault com Jolyon Palmer. Ele não fez uma temporada de merda? Bom, eu achei que sim, mas vamos depois, na reunião de pauta, designar alguém para olhar as estatísticas. 
Aproveitando a carona do pai do blog, de fato, a mídia oficial da F-1 no Brasil anunciou como certa a ida de Nasr para a Force India, atitude que a irretocável, irrepreensível, Julianne Cerasoli classificou, corretamente, como irresponsável, pois não havia nada fechado entre o brasileiro e o time naquele momento. 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

SOBRE ONTEM À NOITE

Ontem, em contato com o chefe do blog repeti algo que se tornou um bordão. Eu postar um post (ai!) por dia.
Vamos lá.
Muita boa a análise sobre o que restou para Vettel.
Diria que muita coisa aconteceu. Ricardão Sorriso foi meio que imposto. Dava para perceber que não era o companheiro que ele queria. Como sempre foi o queridinho da equipe ficou de bico. O carro era (e aparentemente ainda é) fraco. Nada confiável. Para complicar quebras inexplicáveis só no seu carro.
Imagino que, nos bastidores, deve ter rolado alguma encrenca da grossa antes do campeonato e a equipe resolveu dar um tratamento corretivo ao jovem bota.
Deu no que deu.
Lembro que, no início da temporada, logo depois de uma dessas quebras falei que Vettel iria sair. Ninguém aguenta o companheiro se dando bem e seu carro quebrando do jeito que estava.
Na Ferrari o ambiente é outro. Tem um companheiro que corre e deixa correr. Mas, é bom no da direita. Se o carro corresponder não vai ter moleza.
O problema é a pressão da italianada sobre a equipe e seus pilotos. Se bons resultados não vierem, de preferência no começo da temporada, vai complicar.
Mudando de assunto, se a Honda não patrocinar a transmissão pela dona Globo, vamos ver Don Galvão (de novo?) babando pelo alemão e não pelo espanhol. Lógico, tem os Felipes. Vamos aguentar muitos gritos de "lá vem Felipe". Seja qual for.

Te vejo na Bobo