Já postei esta panca do Gerhard Berger em Estoril/93.
Dizem que a suspensão ativa da Ferrari estava desativada. Pelo que entendi ela entrava em standby quando o carro parava e Berger esqueceu de apertar o "butão" para ativá-la.
Ou defecou nas herbáceas mesmo.
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terça-feira, 16 de junho de 2020
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
ORIGENS
Após uma conferência via satélite a equipe do blog concluiu que tudo bem quanto alguns escapismos, mas a boiolagem explícita deve ser contida.
“Toelhinho” exige uma retratação. Afinal, somos ogros.
Então, voltando ao tema primeiro do blog tomei a liberdade de emprestar esta imagem do blog “f1 Nostalgia”. Trata-se de um Lotus 18 de 1960. Melhor dizendo do cockpit.
Fazendo um paralelo, trabalho em um prédio “moderníssimo”. Deveria ser.
Hoje em dia tudo deve ser projetado para que os postos de trabalho tenham acesso à internet e tomadas elétricas em profusão. Os projetos deveriam levar em consideração que fios expostos trazem os mais variados problemas. No local que trabalho os fios que tratam da parafernália moderna ocupam os mais variados lugares transformando-se em armadilhas. De vez em quando perpetro a versão moderna de chutar o balde. Chuto, sem querer, os fios de meu computador que sai do ar fazendo com que perca todo o trabalho não salvo.
Como dizem por aí, uma beleza.
Se repararem bem a bateria deste carro de F1 fica no meio das pernas do piloto. Se lembrarmos de alguns pilotos lambões que apertam botões atabalhoadamente esse carro é um prato cheio para desastres anunciados. Imaginem um Nigel Mansell ou nosso querido Gerhard Berger num bólido desses. Iriam literalmente chutar a bateria.
“Toelhinho” exige uma retratação. Afinal, somos ogros.
Então, voltando ao tema primeiro do blog tomei a liberdade de emprestar esta imagem do blog “f1 Nostalgia”. Trata-se de um Lotus 18 de 1960. Melhor dizendo do cockpit.
Fazendo um paralelo, trabalho em um prédio “moderníssimo”. Deveria ser.
Hoje em dia tudo deve ser projetado para que os postos de trabalho tenham acesso à internet e tomadas elétricas em profusão. Os projetos deveriam levar em consideração que fios expostos trazem os mais variados problemas. No local que trabalho os fios que tratam da parafernália moderna ocupam os mais variados lugares transformando-se em armadilhas. De vez em quando perpetro a versão moderna de chutar o balde. Chuto, sem querer, os fios de meu computador que sai do ar fazendo com que perca todo o trabalho não salvo.
Como dizem por aí, uma beleza.
Se repararem bem a bateria deste carro de F1 fica no meio das pernas do piloto. Se lembrarmos de alguns pilotos lambões que apertam botões atabalhoadamente esse carro é um prato cheio para desastres anunciados. Imaginem um Nigel Mansell ou nosso querido Gerhard Berger num bólido desses. Iriam literalmente chutar a bateria.
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